O Remédio para meu estresse. 2

Localização desconhecida

3 semanas atrás 43 hits ID #2128

Descrição

O Remédio para meu estresse.-2

Recapitulando, eu sou o Pacheco e depois de muito estresse com minha vida atual desde a dinâmica familiar ao sentimento de menosprezo do trabalho, decidi cuidar um pouco de mim e com esse pensamento resolvi seguir a dica de um conhecido e fui procurar uma massagista, mas para minha surpresa quem me atendeu foi um rapaz também massagista de 2 anos e como ele me atendeu super atencioso e educado não tive como recusar ao pedido e resolvi aceitar seu serviço.
A massagem iniciou comigo de bruços e confesso que senti sensações nunca antes experimentadas por mim,ainda mais inimagináveis por estarem sendo despertadas por um homem. Após algum tempo e todo meu corpo da cabeça aos pes da parte de tras do meu corpo ser massageado o jovem massagista me orienta a mudar de posição ficando de barriga para cima. Apesar de um tanto constrangido devido a uma ereção acato ao pedido e percebendo minha exitação inicial o profissional me acalma.
O rapaz então me pediu para respirar fundo, me fez uma massagem no rosto nem achei que aquilo era possível mas era muito bom, até me orientou sobre alguns pontos no rosto, testa e cabeça que eu deveria pressionar para quando eu tivesse dor de cabeça. Aos poucos o rapaz foi descendo a mão, massageando meus braços e mão meu pau já havia te abaixado um pouco quando ele iniciou a massagear meu peito.
Mais uma vez o massagista aplica aquele óleo com um aroma delicioso em suas mãos esfregando uma na outra aumentando a temperatura daquelas delicadas e macias ferramentas de trabalho, suas próprias mãos. Aquele toque com um contraste de temperatura com movimentos calculados em meu tórax peludo despertou o não tão adormecido e encoberto pau.
Ignorando meu estado alerta o massagista continuou em meu peitoral, seus dedos untados de óleo percorriam meus pelos não apenas do peito, mas também das axilas e surpreendentemente não me causava cócegas, mas uma sensação diferente, gostosa e ete posso dizer excitante. Seria por conta do óleo ou a forma que eu estava sendo tocado naquela região? Sinceramente não sei dizer. voltando para meu peitoral meus mamilos eram encaixados entre os dedos do massagista que faziam uma certa pressão e aliviava repetindo varias vezes e sim com certeza aquilo me excitava. suas mãos desciam e percorriam todo meu abdômen fazendo movimentos com diversos tipos de velocidade e pressão o que me levava ao misto de sensações de prazer, calma, relaxamento e excitação tudo ao mesmo tempo. Aos poucos eu sentia que cada vez que o massagista rodeava meu abdomem mais seus dedos se aproximavam do meus pelos pubianos, mais densos e do tronco do meu pau que a essa altura estava trincando de duro, alerta, em pé como um poste sustentando a toalha que parecia uma tenda de circo e os dedos do massagista percorriam por debaixo dessa “tenda”.
Novamente escuto aquela voz firme, mas suave me perguntando se estou bem e se ele pode continuar o que respondo com minha voz meio falhada que sim entre suspiros.
_ Respira, relaxa, puxa o ar prende e devagar vai soltando.
dizia o massagista. percebi que ele foi para minha canela e de lá veio subindo como ele fez na parte de traz do meu corpo agora estava fazendo na frente, mas desta fez foi um pouco mais rápido e logo senti suas mãos macias e quentes em minha coxa, seus dedos tocando em meu saco, mais pedidos de controle de respiração. a toalha é retirada e fico completamente nu na maca do massagista, meu pau em riste o jovem vai com sua mão da lateral da minha coxa ate a lateral da minha barriga e pergunta se pode continuar e novamente dou a permissão ele vai subindo massageando agora minha barriga e suas mãos navegam pelo lado próximo ao meu pau, não o toca, mas toca meus pelos pubianos o que faz cócegas e solto um sorriso que tento prender. Mais uma vez sou questionado se quero que a massagem continue e mais uma vez permito sinto então a mão do massagista em uma área pouco explorada em mim entre meu saco e meu penis, meu corpo se arrepia, o massagista faz uma pressão ali e quando penso em dizer algo sinto sua outra mão vindo do meu abdômen e passar pelo tronco do meu pau. não tenho outra reação a não ser soltar um gemido e quase gozo ali mesmo naquele momento. o massagista com uma mão acaricia a cabeça do meu pau fazendo uma concha com sua mão enquanto que a outra pressiona e relaxa meu períneo, minhas pernas por reflexo se contraem um pouco e se abrem parecendo pernas de rã o dedo do massagista desce encontrando a porta do meu anus e ali fica circulando sem me penetrar apenas em volta e sua outra mão desliza descendo e subindo sem apertar, em um movimento suave, mas constante cada vez mais rápido assim como na porta de trás a velocidade vai aumentando, as batidas do meu coração também aumentam assim como o ritmo da minha respiração. não consigo me controlar mais e ergo meu pescoço e vejo minha glande cobrir e descobrir a cabeça rosada do meu pau, brilhosa minha sensação é de que a cada vez que a mão do massagista descia a cabeça do meu pau estava maior até que não consigo resistir peço para que o massagista pare, mas ele faz o contrário acelerando o sobe desce de sua mão em meu penis e pressionando meu períneo com a outra ate meu penes explodir com muito gozo grosso em todo meu peito e barriga. rimos juntos eu um pouco sem graça o rapaz me entrega um pouco de papel toalha para eu me limpar e me pede para eu meu vestir e aguarda do lado de fora da sala.
Me limpo, troco de roupa pago o rapaz que me pergunta se eu gostei digo que sim e vou embora com a promessa de que retornaria na próxima semana, mas em minha cabeça eu me dizia que nunca mais repetiria aquela experiência.
Chego em casa e do portão já escuto os gritos de minha neta Ana Laura brigando com meu neto Felipe, filho do meu primogênito Cesar. Entro na porta e o pequenino já está berrando o pego do chão acalentando enquanto ele após mais alguns segundos de choro já faz um biquinho e com os olhinhos lacrimosos escora a cabeça no peito do vovô.
_ Chora não pequetito, chora não o vovô está aqui.
_ Isso mesmo pai mima, esse moleque chorão que depois quando crescer vai virar um bundão igual ao pai dele!
Diz minha filha Juliana, implicando o irmão, mas quem toma as dores principalmente por conta do filho é minha nora Judite.
_ Não fala assim do meu marido e muito menos do meu filho não hem! Quem é você para falar assim do pai do meu filho? E o seu marido hã? pelo menos sabe onde aquele encostado está?
_ Por enquanto não sua periguete, mas já coloquei ele na justiça para ver se ele paga a pensão, porque eu não fiz filha sozinha.
Responde Juliana.
_ Ja falei que não quero este tipo de palavreado perto dos meus netos.
Reclama minha esposa.
_ Ja falou com seu pai mor?
Pergunta ao marido Judite mexendo no celular cruzando ou melhor tentando cruzar as pernas com aquele micro short jeans que mais parece uma calcinha desfiada.
_ Então pai sabe o que é?
_ Nem contínua Cesar eu não tenho dinheiro.
Digo irritado, porque já sei que o folgado do meu filho só me vê como um caixa eletrônico ambulante.
_ Mas pai o meu aluguel vence amanhã e ja são dois meses atrasados.
_ Como assim dois meses atrasados o mês passado foi a mesma ladainha e eu te entreguei o dinheiro do aluguel na sua mão.
_ Mas o mês passado eu tive que pagar as contas de energia que já estavam para cortar, eu tive que desinterar o dinheiro do aluguel, o senhor não entende eu ganho pouco pai, tem aluguel, energia, internet o carro…
Diz meu filho me encarando e gesticulando com as mão.
_ Nossa Cesar vocês foram ontem na Kingmassas e nem me chamou hem? Me disseram que la é muito bom.
Diz Juliana olhando as redes sociais do irmão.
_ Nossa é uma delícia lá menina, tem pizza de tudo quanto é sabor, tilápia frita, sorvete, pudim, parquinho para as crianças brincarem. O Felipe ainda é pequeno, mas eu brinquei um pouco lá com ele, mas certeza que a Ana Laura vai amar!
Diz minha nora.
_ Estou louca para ir, mas enquanto o bosta do pai da minha filha não começar a pagar a pensão não tem como eu ir, ficou muito caro?
Pergunta Juliana.
_ Como o Felipe não paga ficou duzentos eu e o Cesar.
_ Duzentos contos Cesar? em um jantar? e agora você vem me despedir para pagar o aluguel? porque no lugar do rodízio você não pagou o aluguel?
Esbravejo irritado com meu filho.
_ Mas pai eu preciso sair também e de todo jeito eu não ia comer não?
_ Quer saber de uma coisa? o que é de gosto regalo da vida! por mim se quiserem dormir debaixo da ponte o problema é de vocês e da licença que eu vou tomar meu banho, não quero ninguém batendo na porta do banheiro e ja aviso que vou demorar.
Digo entregando meu neto para a mãe dele e indo para o banheiro enquanto meu filho reclama.
_ Mas pai!!!!

PS: Agradeço a todos que leram meus contos e gostaria de saber se vocês ja tiveram alguma experiência parecida? E quanto a família de vocês? É igual a minha ou sou o único que sofre desse jeito?

Continua…

Autor: Mrpr2

Contatar mrpr

Comentários 0

Nenhum comentário foi adicionado ainda