Cunhado gostoso dá é nisso. Galha.

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Descrição

Cíntia minha esposa tem um irmão chamado Anderson, moreno alto 1,78 m tipo atleta, cabelo carapinha dentes perfeitos e olhos negros grandes, tem 25 anos e vive de aventuras sem nenhuma namorada certa e muitas estórias de sua sexualidade. Minha esposa sempre o coloca como parametro de macho o gabando de como se comporta com as mulheres aducado e gentil, e por isso sempre se dá bem com elas e algumas suas amigas ele já havia comido e elas se desmancharam em elogios a sua performance sexual e ao tamanho de sua pica. Aconteceu dele precisar fazer um curso de aperfeiçoamento e exatamente na nossa cidade e ele iria ficar hospedado conosco durante 30 dias. Fiquei feliz por duas razões; a primeira era que iria ter companhia para sair nas minhas folgas e a segunda por ter ele a fazer companhia a sua irmã quando eu estivesse trabalhando. A chegada de Anderson foi num dia que eu ainda estava embarcado e Cíntia foi busca lo na rodoviaria em nosso carro, ela pouco dirigi apenas pra ir ao supermercado ou a igreja que freqüenta. Após 3 dias de sua chegada em nossa casa desenbarquei e ele fora me buscar no aeroporto, estavamos ambos felizes em reencontrar e fomos comemorar num bar proximo a nossa casa, sua chegada. Bebemos algumas cervejas e colocamos os papos em dia me deixando a par de sua familia e amigos de nossa cidade natal, seus namoros e rolos e me confidenciou que ao levar Cíntia à igreja conheceu uma irmã da igreja e rolou um clima mais Cíntia não estava nada gostando disso pois poderia gerar um desconforto dela na igreja do irmão estar de caso com uma irmã da igreja, já que ele não era evangélico. Disse pra não se preocupar que conversaria com minha esposa. Acontece, me disse ele que já havia levado a crente pra um motel da cidade. Vi que problemas iriam brotar e ia sobrar pra mim. Pegamos mais algumas cervejas e fomos pra casa, Cíntia estava na igreja e ficamos ali no bate papo e bebendo a conversa tomou outro rumo já na base da sacanagem, ele me chamando de pau mole pois ainda não tinhamos filho e que minha esposa estava uma linda mulher e se eu não tomasse cuidados acabaria tomando duas de quinhentos ou seja um par de chifres. Sorrimos e mandei ele se foder que ele não tinha nem moral de me criticar pois também não tinha filho e Cíntia era uma mulher seria e não as vagabundas que ele comia. Eu estava exausto da viagem e o álcool acelerou o cansaço me deixando quebrado num sono doido, fui ao sanitário e procurei tomar um banho e fui seguido por Anderson que queria urinar, entramos juntos no banheiro e fui tirando minha roupa e ele desabotoando sua bermuda deixou escapulir uma pica que mais parecia uma mão de força de uns 28 cm que ele segurava com as duas mãos para mijar. Não conseguir tirar os olhos daquela pica se amolecida estava daquele tamanho imaginei dura e tive instantaneamente uma ereção que ficou visivel a Anderson pois já estava nu pronto a tomar banho nem tive com disfarçar. Ele sorrindo olhou minha pica dura e falou: esse tesão todo foi porque viu isso? sacudindo em minha direção seu pau enorme já punhetando e me apresentando sua jeba disse, se eu quisesse poderia pegar um pouco antes de minha esposa chegar. Anderson aproximou se de mim e sem cerimonia pegou em meu pau com delicadeza e punhetou levemente encostando sua pica em minhas coxas roçou e eu ali estático sem saber como agir só olhava sua mangueira. Ele me punhetando largou sua pica puxando minha cara beijou minha boca mordendo meus lábios sugando minha boca, fechei meus olhos me entregando de vez. Ele acelerou minha punheta e foi aos pouco me virando e colocando sua pica monstro entre minha pernas ficando atrás de mim roçou entre as pernas fazendo uma coxinha alisando minha bunda até agora virgem, enfiou sua língua em meu ouvido engolindo minha orelha, não me coordenava mais as pernas estavam bambas e trémulo me joguei pra trás oferecendo de vez minha bunda que ele abria colocando seu polegar em meu cuzinho numa sensação de medo e tesão sentir sua pica crescendo entre minhas pernas dura e grande pinçelando minha bunda procurando onde agasalhar, eu já estava derramando esperma em suas mãos que ele espalhava entre meus culhões e meu cu lubrificando todo e enfiando seus dedos primeiro um depois dois e tres dentro abrindo minhas pregas a fim de receber aquela gigante rola, numa manobra ele me conduziu até a pia do lavabo me fazendo ficar escorado e com a bunda empinada ele colocou a cebeça da pica na portinha do meu cu e foi enfiando senti me abrindo e gemi pedindo que parasse que iria doer em vão a cabeça já havia passado pelas pregas e foi entrando devagar eu vendo estrelas pedindo pra parar e ele sem largar meu pau que permanecia duro me punhetava devagar com dois dedos na cabeça da pica que me enlouquecia e me fazia esquecer que estava prestes a ser arrombado por uma pica monstruosa. Meu cu ardia e doia e já tinha entrado a metade da pica ele retirou deixando só a cabeça dentro meu cu apertou forte seu pau e ao relaxar recebi uma enfiada que até agora aindo sinto dor ele enterrou tudo de uma vez que foi parar no intestino, tirando logo em seguida arrancado não só sua pica como lágrimas dos meus olhos de dor. Nem deu tempo do cu se retrair recebi outra estocada agora já seguro pela cintura sendo puxado para trás com força sentindo uma estaca entrando e saindo me sacudindo todo por Anderson que enfiava sem dó me mordendo a nuca alucinado enfiando e tirando apressadodurante uns 15 minutos sem me deixar respirar, arfando de dor e agora prazer um prazer diferente me esquentando o rabo até receber um jato mais quente ainda inundando todo meu reto e intestinos e quem sabe meu estomago de esperma e Anderson não parava de meter alucinado até enfim desabar em minhas costas cansado e suado fungando em meu pescoço. Fui aos pouco expulsando aquela pica imensa de dentro de mim arrancando gala sangue e merda. Entre envergonhado e agradecido fui para o box e abrir o chuveiro entrando de cabeça na água fria sendo acompanhado por Anderson também com seu corpo desenhado e másculo sorrindo nem parecia que acabara de foder o cu do cunhado como se fosse a coisa mais normal do mundo, se banhou e saiu molhando o banheiro inteiro a procura de uma toalha. No exato momento que Cíntia estava chegando em casa da igreja e quase nos flagra numa situação no mínimo embaraçosa. Anderson foi ao seu quarto trocar se e eu fiquei por alguns instantes analisando o estrago que sofri enfiando os dedos no cu pude observar que cabia toda a mão de tão folgado que estava adeus minhas pregas numca mais iria repetir uma porra daquela, pensei comigo. Entre reclamações por eu ter chegado do trabalho e não ter vindo direto pra casa Cíntia me saldou com um beijo de boas vindas apesar de zangada por não ter me visto antes de ir a igreja e eu preferi a companhia de Aderson seu irmão a ela. Se ela soubesse que recepção foi a que Anderson me deu ela nos poria para fora de casa. Nos 2 dias seguintes evitei muito chamego com Anderson não sei se por medo ou por vontade de repetir a dose meu cu já havia parado de doer e estava, pensei eu normal, era hora de colocar as contas em dia e fazer mercado, manutenção do carro que agora já não me pertencia mais e sim a Anderson que ia para o curso com ele, e levava Cíntia à igreja e pegava sua crente para levar aos motéis da região. Eu nada reclamava Cíntia estava realmente feliz com a chegada do irmão e eu mal saia com o carro tudo era perto no condomínio que moramos e nem me preocupava. Faltando uns 3 dias prá eu embarcar estavamos bebendo eu e Anderson e alguns amigos numa churrascaria e um deles me interpelou a respeito de que eu estava dando mole, pois ele estava cansado de me ver entrar num motel perto do comércio dele dia sim dia não sem nenhuma preocupação que nínguem visse. Falei que não era eu sendo interrompido e ele disse que anotara a placa do carro e os horários de entrada e saída do motel. Falei que se tratava de meu cunhado que ficava com meu carro para ir ao seu curso tecnico. Meu amigo então me olhou estranho de uma forma que não acreditava em mim e voltando aos outros amigos que estavam conosco disse que eu era o único cara que ocultava uma ida ao motel de vez em quando aos amigos, decepcionado. Estranhei sua atitude mas relevei e continuamos a beber, logo depois Anderson que estava no sanitário voltou e eu apresentando ao amigo quem era o fudião que ia ao motel com meu carro, Anderson sem nada entender e meu amigo com cara de paisagem, continuava me olhando com desprezo. sem acreditar em mim. Ja se aproximava das 17:00 hs e Anderson me alertou que Cíntia precisava ir para a igreja precisavamos voltar para casa, conta paga nos despedimos e meu amigo falou que iria também embora pois precisava fechar o movimento da loja, retirando-se do local antes de nós. Fomos para casa Anderson dirigindo e eu de carona pouco conversava para que não surgisse o assunto de meu cabaço tirado por ele, evitava ao máximo qualquer contato físico ou verbal do assunto para não ocorrer de novo e Cíntia acabar nos flagrando. Ele ao chegar em nossa casa até ensaiou uma nova investida eu recusei descendo do veículo indo em direção a casa. Anderson desceu também sem colocar o carro na garagem e entrou apressado rumo ao banheiro, tomou um banho rápido e saiu procurando Cíntia sua irmã que estava no quarto a se trocar pra ir a igreja, ele falou que ela o iria atrasar pois tinha um compromisso serio. Cíntia então apanhou sua Bíblia pôs sob o braço me beijou e saiu rumo à igreja com seu irmão. Fui arrumar minha roupa para o embarque do trabalho e meu celular insiste em mensagens, como sou averso a ler evitei pega lo poderia ser algum colega da plataforma querendo sair ou coisa parecida e eu queria curtir alguma zoeira e não estava a fim de brigas desnecessarias com Cíntia ia dar minhas fodinhas nos ultimos 2 dias e viajar em paz. Curiosidade mata o gato ou o corno. Foi o meu caso. Após mala feita e tomado banho resolvi abrir as mensagens e saber quem era me pertubando. Era meu amigo da loja de construção em frente ao motel. Ele estava me sacaneando da seguinte forma; diga agora sacaninha se não é você entrando no motel com sua mulher em seu carro? e mandou um video de Cíntia bem a vista num angulo da portaria do motel, e o fundo do meu carro com o registro da placa. e na mensagem ele ainda reclamava de entender pois minha mulher ser crente eu a queria preservar não falando em bares ou aos amigos que a levava ao motel. Faltou me chão nos pés, não é que o filho da puta do Anderson, meu cunhado além de me passar a pica ( e que pica) ainda comia sua irmã minha esposa Cíntia?!Igreja uma porra ela ia era receber pica grande e grossa do irmão, No meu carro e ninguém iria desconfiar de uma evangélica no carro do marido entrando num motel. Fiquei sem fôlego e passei a analisar melhor a situação, um curso fantasma, uma crente que ele conheceu no primeiro dia que chegou e estava de caso, a irmã protecionista a defende lo, tudo se encaixava era tudo uma armação Cíntia era a puta do irmão e eu corno do cunhado e agora amante dele por ter dado meu cu ao filho da puta. Só me restou assumir aos amigos que eu ia sim ao motel com minha esposa realizar uma curiosidade dela e continuar sendo corno, como continuei pois Anderson após o termino do curso disse que iria procurar emprego por aqui mesmo, de preferência na empresa que eu trabalho e nos horários diferentes assim quando ele estivesse folgando eu estaria trabalhando. Fazer o que? aceitar fingindo nada saber e devês em quando implorava para que Anderson pelo menos deixasse eu o chupar todinho. Mas é outra historia depois conto isso.

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