Conheci a minha esposa quando transava com cinco homens

Bela Vista, Amapá, BR

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Descrição

Conheci a minha esposa quando transava com cinco homens Existem incógnitas na vida que jamais iremos explicar; como a história que contarei agora a qual sou a testemunha fiel sobre esse assunto. A minha mocidade nos primeiros anos da universidade sempre foi marcada com muita bebedeira e orgia, o qual sai dos trilhos e não tinha o casamento como algo importante para a minha vida. Sempre desfrutava da mulher que desejava, pois estava realizado como profissional na engenharia da computação, com um salário que produzia inveja em muitos profissionais que haviam terminado o curso superior na minha época. Um dia, a convite do Daniel que também era solteiro e não havia deixado o hábito das orgias sexuais, fui convocado para um festa na sua piscina, e para minha surpresa percebi o destaque o gang bang (Sexo com três mais pessoas), e o que me chamou a atenção que era que apenas uma mulher transaria com quatro ou cinco homens; e naquela suruba, eu fiquei com o Belmiro que estava com o pênis dentro da buceta da Daniely, o Amadeu no sexo anal com ela, o Renan sendo beneficiado com o oral, enquanto eu e o Genario estava cada um chupando os seios daquela menina. E naquela orgia, eu olhava fixamente para os olhos da Daniely, e no meio daquele universo de lubricidade a menina também olhava dentro dos meus olhos como se fossemos unidos desde a eternidade. Era algo que eu estava ambientado,e em meio a arrepios de luxúria, gemidos de gozo e cheiro forte semelhante ao de água sanitária, cada um dos lacivinosos ejacula o sêmen quente e escorregadio no corpo da menina explicita sexualmente. Somente eu não chegava ao ápice daquele instinto animal de transar somente pela necessidade fisiológica. No fundo estava resguardando para um momento a só com aquela jovem prostituta que vendia o seu lindo corpo por pouco dinheiro, mas que dependia daquilo para sobreviver. Nesse meio tempo aconteceu um rodízio entre os homens presente naquele local, de maneira que contei uma média de doze entre eles que encheram a buceta da Daniely; enquanto de longe observa a sua beleza, e em relances ela olhava para minha pessoa com certa vergonha, expressando que não pertencia aquele ambiente, contudo não havia perspectiva de sair daquela situação asquerosa, que estava ali por força das circunstâncias e porque a vida muitas vezes é cruel e leva as pessoas a caminhos que não querem trilhar. Assim passou a manhã de orgia, e logo após o almoço, eu convidei a Daniely para a piscina de maneira que ficaríamos um pouco reservados, aproveitando que todos os machos estavam bêbados e exauridos sexualmente, não tendo mais tesão para transarem novamente. Fique sentado na parte rasa da piscina conversando com a Daniely, e abrindo o meu coração confidenciando que a minha alma estava inquieta porque durante toda a vida transei com centenas de mulheres e foi algo maravilhoso e ao mesmo tempo fisiológico; nunca havendo romantismo e um tesão amoroso. E, em um sorriso irônico ela, falou das suas dores e sofrimento, confessando que pouco tinha orgasmo com os homens que ela transava; e durante toda a manhã não havia gozado com nenhum dos que penetraram nela; e de maneira vergonhosa se sentia como uma escarradeira humana; mas, que trazia o sonho de um dia encontrar um verdadeiro amor que assumisse ela como esposa; mesmo sabendo que isso era impossível na ótica humana. Então fiquei tomado de dor pelo sofrimento alheio e ao mesmo tempo abrasado de amor; chegando ao ponto de falar: “Você que deixar essa vida tortuosa, e ter uma oportunidade de ser amada de verdade, se tornando uma dona de casa, e dama da sociedade”. Ela por sua vez, respondeu: “Sim, eu quero; mas, isso é impossível. Quem iria me amar e resgatar desta vida maldita de prostituição?”. Em resposta falei: “Eu, eu quero muito porque estou consumido de amor, e ciúmes de todos os homens que tiveram o seu corpo, e transaram de maneira animal, somente para satisfazer a libido insaciável do pecado”. Naquele momento nos abraçamos, beijamos, e fomos para o interior da casa, em um local reservado, e rompemos à tarde nos deliciando com as torpeças do amor e sexo, como se fossemos casados legalmente, nos respeitando e se entregando sem reserva de domínio, de corpo e alma. No mesmo dia resgatei Daniely, para o meu luxuoso apartamento na zona nobre da cidade, local que residia; e restaurei toda a dignidade humana que uma mulher possa desfrutar, pois o fato de uma menina enveredar pelo caminho de prostituição não as faz a mais desgraçadas pessoas da face da terra. Na maioria dos casos, são atos inconsequentes e abandono por parte dos familiares que as lançam na sarjeta da sociedade. Confesso que sofri represália por parte da minha família, os mesmos que ignoram que a minha pessoa vivia nas orgias sexuais, o que não me torna diferente das prostitutas. Todavia, o que importa é que eu (Sérgio), encontrei o caminho da felicidade e tenho um casamento equilibrado com a Daniely, e dois lindos filhos. A nossa vida sexual é uma verdadeira felicidade, tendo em vista que aprendemos muito com a experiência passada e não inserimos no nosso matrimônio nada que venha nos destruir. Isso não quer dizer que estamos tendo relações sexuais repetitivas e cansativas como os conservadores de tradições mentirosas; mas, desfrutamos de fantasias, brinquedos e brincadeiras com são reservadas somente para nós dois. Uma verdadeira festa de amor, sexo e prazeres de tirar o fôlego. Somos eternos apaixonados. VISITE O PORTAL https://missaoamerica.com.br/temassexologia.html

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