Roadhead

BR

O anunciante não colocou nenhuma foto
1801 hits ID #1559

Descrição

Aproximava-se um fim de semana prolongado e eu estava louca para sair e exibir as minhas roupinhas novas. Tinha comprado umas botas de cano alto, pretas e umas leggins tom de "leopardo". Após algumas horas em frente ao espelho, fiquei deslumbrada comigo propria. Estava linda, sexy e cheirosa. De certeza que não ia passar despercebida na "party". Meti –me no carro e dirigi pela estrada da Fonte da telha, em direção à Costa da Caparica. Era lá que se realizava a festinha de Crosses, num bar daquela zona. Eu nunca perco estas partys, pois são optimos locais onde me posso "pavonear". Antes de chegar aos sinais luminosos da Charneca, apercebi-me de uma brigada da GNR que estava a fazer um auto –stop. O guarda assim que me viu, fez logo sinal para eu encostar na berma. - Boa noite, faculte-me a sua carta de condução e documentos da viatura. - Proferiu ele num tom grave. Após examinar os documentos com atenção , percebeu que havia algo que nao estava a condizer. Eu estava maquilhada e adornava a cabeça com uma longa peruca loira. O guarda exibia aquela expressão de homem confuso e baralhado. - Vou ter que lhe pedir que remova os seus adornos para eu comprovar quem você é. - declarou ele. - Nem pensar! Estive eu duas horas a arranjar-me para agora estragar tudo- Redargui furiosa. Então vai ter que me acompanhar à esquadra! - Concerteza, vou sim senhor!. Quando saí do veículo, notei que ele me lançara vários olhares de alto a baixo. Seguidamente ele abriu a porta do Jeep e fez-me entrar para a parte traseira d veiculo, onde estava sentado um tipo com ar duvidoso e cara de quem tinha uma taxa de álcool no sangue acima das 0,5 g/l. - Aliás, ele fedia a vinho que tresandava . No interior do veículo, o guarda proferiu qualquer coisa ao radio, através de códigos imperceptiveis, e arrancou. Ao meu lado as coisas estavam a ficar interessantes. Pois o tipo bêbado começara a meter-se comigo - Olá gostosa, acho que te conheço de algum lado... - balbuciou ele com os olhos meios turvos. O individou fazia lembrar o Jack Nicholson, mas numa versão rasca e alcoolizada. - É possível. Deve ser de alguma novela Mexicana- retorqui. - O quê... Vamos para a cama? - balbuciou ele a sorrir - Cala-te! - exclamei já enervada. Sem pedir licença o tipo joga- me a mão a perna e tenta apalpar-me... - "Sempre gostei de actrizes loiras e com ar de puta"... Sem pensar duas vezes, lancei o braço atrás e espetei-lhe um soco no focinho que o deixou a dormir. Apercebi me que o guarda observava tudo pelo espelho retrovisor. -Ó senhor guarda, tenha cuidado com as curvas e travagens, que o tipo aqui ao meu lado já bateu com a cabeça no vidro. - Você prefere passar aqui para o meu lado, menina? - Indagou ele, desta vez com uma voz mais suave. - Preferia, sim - Disse sem hesitar. Ele parou o carro e abriu a porta do lado do pendura. Entrei e seguimos caminho. - A esquadra é muito longe, senhor guarda? - Indaguei já impaciente. - Falta um pouco. Mas sabe, eu sempre tive curiosidade em conhecer uma crossdresser. - "ups.. Agora sim", pensei. Isto vai ficar interessante. - Está a conhecer uma agora... Sempre me disseram que vocês faziam umas mamadas divinais... - Humma... haaa... não sei o que lhe dizer, senhor guarda. - Como é o teu "nick name"? - Ligia - Ah, acho que ja vi umas fotos tuas no Xhamster. Não escreves contos eróticos, também? - Pois, escrevo sim... - És toda boazona. Já há uns tempos que ando de olho em ti, sabes?... - Ah, obrigada. Hoje acho que vou escrever mais um conto. Lá na esquadra têm papel e caneta? - Queres mesmo ir para a esquadra, linda? - Pensei que era esse o destino. - murmurei, ao observar que ele mexia repetidamente na zona dos colhões. As calcas dele eram justíssimas e já se notava um grande relevo que fazia adivinhar que ele estava com uma tesão descomunal. - Veja lá se a farda se descose, senhor agente- brinquei meio inquieta. Acto continuo, ele começara a desapertar as calcas, de onde deixou brotar um caralhão colossal. - Ui senhor agente, essa arma é de calibre de guerra?- Indaguei parvamente, a salivar. - Começa mas é a mamar, puta!- ordenou ele direcionando a minha cabeça até a pichota dele. - Hummm- comecei por lamber e depois desatei a mamar desalmadamente. Adoro penis grossos e de cabeça de pêssego. E aquele pau tinha "nota máxima" com distinção. - Oh, que bem que tu mamas, Ligiazinha. - Adoro "Road head " , Senhor guarda.( mamada ao condutor com veículo em andamento) . La atrás, o outro tipo (vamos chamar-lhe de Jack) acordara e começara a murmurejar. - Eh, entao onde está a atriz das novelas Mexicanas? - Cale-se !- Ordenou o agente. - Ah pois, a ela deixou a ir embora, não é? - Mama puta!- Ordenou-me o guarda. - Eu não sou puta – redarguiu ele de modo apático ao que se estava a passar lá a frente. Entretanto o policia guinou para o meio da mata e estacionou sob umas árvores baixinhas. - Vá, faz-me vir puta. - Exigiu ele, já com o pau a palpitar para se vir. - hummm humm humm - Bebes o leitinho todo, ouviste? -Hummm, sim. Dê-me o seu leitinho.- respondi num tom suplicante -Ahhhhhhhhh puta...bebe o leite todooooooo!!! Inesperadamente, escutou-se a porta do jeep a abrir , e observei o "jack" a fugir pelo matagal a fora. -Foda-se! Tenho que ir atrás dele. - Proferiu o agente, a arrumar as calcas, ainda cambaleante do tratamento que eu lhe tinha dado. Após dois tropeções ao sair do carro, ele lá começou a perseguir o evadido. - Pára, ou disparo, cabrão- vociferou ele com uma voz dezarmonizada. No meio daquele episódio rocambolesco só pensava que não podia perder a party de modo nenhum. Então decidi colocar-me no assento do condutor, e arranquei com o veículo dali para fora. Nao sabia onde estava nem sabia sair dali, pois grande parte do caminho, passara debruçada sobre o polícia. Mas insisti em seguir o trilho dos rodados no asfalto. Sou loira, mas nao sou burra! Não havia iluminação no local, por isso dirigi devagar. Foi quando inesperadamente se atravessou um tipo à minha frente ,vindo do meio das árvores. Não tive tempo de travar, então acabei por nao conseguior evitar uma colisão ligeira com ele. Parei o carro e sai para ver se o tipo estava vivo ou morto. -Ah, ajude-me. Devo ter a perna partida. - brandia ele num tom de queixume. Aproximei-me, e notei que se tratava do bêbado que tinha fugido do carro quando o policia se estava a vir na minha boca. -Desculpa, não te queria atropelar- declarei preocupada com o seu estado. -Oh, és tu minha linda atriz das novelas Mexicanas... Escutei passos a aproximarem-se e notei que o policia vinha com os bofes de fora. -Oh .. oh Ligia, o... obrigada pela ...pela.., ajuda. - Disse ele com a voz embargada e sem folego. -Ah... de nada!. É o meu dever de cidadania. -Se este gajo fugisse, era o fim da minha carreira. - Declarou ele, algemando o "jack". -Ah, fico grata pela boa ação. Vai me deixar ir embora? É que tenho uma festa na Costa da Caparica. -Sim querida, até te deixo à porta para saber onde é... Pode ser que apareça lá mais tarde. -Vamos, porque não quero perder a festa nem por nada. - declarei. -Obrigada Ligia – Proferiu o GNR - Adeus Ligia. Vem visitar-me à prisão, querida... - murmurou o Jack agora com os olhos cintilantes - Quem sabe... FIM [email protected]

Comentários 0

Nenhum comentário foi adicionado ainda