Despertar sexual com o meu tio - II

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Descrição

(continuação) A nossa rotina só era interrompida quando o meu tio que era vendedor se ausentava de casa para formação. Normalmente, só estava um dia fora. Numa dessas vezes em que iria estar ausente, o meu tio convidou-me para ir com ele pois iria estar mais tempo fora e uma vez que a minha tia estava grávida e não poderia o acompanhar, ele não queria ir sozinho. Durante a viagem de carro, o meu tio falou que o aparthotel era muito agradável, tinha piscina, sala de cinema, salão de jogos, bar e discoteca. Assim, ficou combinado que nas horas de formação eu me entretinha por lá e à noite o meu tio me levaria a passear e a dançar. Na primeira vez que saímos para dançar, eu estava cansada do sol e do banho de piscina. A bebida que bebi, um licor adocicado, também contribuiu para que me sentisse assim. O meu tio disse que não havia problema, pois teríamos mais duas noites para sair. Fomos apanhar ar e regressámos ao hotel, no caminho o meu tio comprou gin e água tónica. Já no apartamento e de pijama vestido, o meu tio serviu-me uma bebida e fez-me prometer que não contaria a ninguém e que só beberia na presença dele. Completamente relax e na maior confiança, aceitei o abraço do meu tio, que me colocou no colo, enquanto se sentava no sofá. Deu-me um beijo na testa e sentou-me de frente para a televisão, ficando com cada uma das minhas pernas pendurada em cada uma das dele. O programa da televisão estava chato, mas logo, logo ia começar um filme. Enquanto, o meu tio me acariciava o cabelo, acabei por adormecer. Quando acordei, já o filme tinha começado. Primeiro, reparei que tinha uma bolinha vermelha, indicativo que não era apropriado para mim, pois ainda não me era permitido. Depois, confirmei que não era um filme de terror. O meu tio estava a ver um filme erótico e eu fiquei meio embaraçada com a situação, pois ele não sabia que eu já estava acordada. A dada altura, o meu tio desceu a mão que se encontrava sobre um dos meus seios e a fez deslizar na coxa. Como o meu calção de dormir era largo e a mão deslizava perto, senti que um ou outro dedo roçavam no meu sexo. Na televisão, um casal trocava carícias e há medida que o actor tocava no sexo da rapariga, os dedos do meu tio aproximavam-se mais do meu. Quando me tocou bem no meio do sexo, o meu corpo agitou-se e ele parou, mas não tirou a mão. Não sei quanto tempo ficámos assim, mas no intervalo do filme, o meu tio levantou-nos e colocou-me na cama. Nessa altura, abri os olhos e disse ao meu tio que tinha sede. Ele deu-me um copo com sumo, mas deveria ter alcóol porque tinha um sabor esquisito e pouco tempo depois mal conseguia abrir os olhos. O quarto estava escuro, apenas com a televisão ligada. O meu tio me deu um beijo de boa noite na boca e o meu boa noite nem saiu, pois eu mal conseguia falar com o quarto a andar à roda. Quando me queixei, ele virou-me de lado, dizendo que assim ficaria melhor e que colocasse uma perna sobre ele para que a cama deixasse de rodar. Ao virar-me fiquei com a cabeça do meu tio no meio dos meus seios e cada vez que ele falava comigo sentia a sua respiração perto deles. O que se passou a seguir levei tempo a perceber, sem que apurasse ou recordasse de tudo. A sensação de apagar e acordar durou até quase ao nascer do dia. Durante algum tempo, pensei que eram cenas do filme, misturadas com a bebedeira e com algum sonho. Recordo-me de estremecer quando a língua do meu tio roçou o meu mamilo. O bigode dele picava-o ligeiramente. Lembro-me que ao mexer-me, sem sucesso, apenas conseguia enterrar mais a cabeça do meu tio nas minhas mamas. O meu corpo gostou daquilo. O meu tio disse que estava molhada quando me acariciou o sexo. Não me lembro quando me voltei de barriga para cima, mas estremeci com mais violência quando o meu tio enterrou a língua no meio das minhas pernas e eu vim-me na boca dele. Recordo-me de lhe puxar pelo cabelo para o tirar dali, mas ele continuou a lamber-me. Não sei quantos orgasmos tive, só me lembro de estar perdida no meio de sensações e estremecimentos. A dada altura estava completamente nua, sem ideia onde ele estava pois as suas mãos e boca pareciam estar em todo o lado. Recordo-me de ouvir a sua voz no meu ouvido quando me deitou em cima dele e me disse para estar bem quieta, não fosse ele acabar por me penetrar. As mãos nas minhas ancas, agora pele com pele, puxavam o meu corpo de contra o seu e o seu sexo roçava no meu monte de vénus, deslizando lubrificado pela saliva. Ouvi-o rugir e apaguei completamente. Quando acordei em sobressalto, o meu tio já tinha ido para a formação. Ia jurar que estava sem roupa, mas na verdade tudo estava normal. Eu sentia-me confusa, como se tudo não passasse de um sonho. A meio da manhã o meu tio veio me ver, trouxe-me um remédio para a ressaca e pediu-me desculpa por me ter dado bebida. Falou comigo de uma forma tão normal que eu pensei mal de mim por ter tido sonhos daqueles. -------------------------------//--------------------------- Continua