O Despertar do Desejo

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Descrição

O despertar do desejo ”
Este conto já foi publicado anteriormente com outro pseudônimo
17 de Agosto de 1992, Segunda-Feira de Manhã...
André acordou lentamente. De olhos fechados, esticou os braços e as pernas. Um gosto amargo na boca seca, cada músculo reclamando ao movimento. Abriu os olhos. A luz do sol que vinha de fora clareava todo o quarto. Afastou o lençol e sentou-se.
Colocou o pé direito no chão frio, levantou-se devagar. Cambaleando, foi até a penteadeira a quatro ou cinco passos da cama e olhou no espelho. A cara amassada e os cabelos emaranhados denunciavam seu estado de sonolência. Bocejando, procurou o relógio em cima do criado-mudo. Quase nove horas! Estava atrasado para o trabalho novamente. Isso era péssimo! Lembrou-se que seria a terceira vez no mês, que chegaria atrasado ao escritório de contabilidade onde trabalhava.
Vestiu uma camiseta e resolveu tomar o café da manhã antes de qualquer coisa. Desceu as escadas rumo à cozinha, onde Jorge, seu pai, estava sentado à mesa lendo o jornal e Marta, sua mãe, estava na pia lavando alguns dos pratos do jantar da noite anterior.
Como Marta, gerente de uma loja de departamentos no shopping, só saía de casa após as dez horas para começar seu dia de trabalho, ainda estava vestida com um dos habituais pijaminhas de algodão que usava para dormir. A calça do pijama, justa ao corpo, dava um volume mais acentuado ao farto traseiro da mulher. Um olhar mais atento perceberia a minúscula calcinha de renda preta que ela usava, debaixo daquela roupa.
André caminhou até o armário da cozinha, em busca da caixa de cereais, acima da pia, onde a mãe se encontrava. Ficou atrás dela e inclinou o corpo para frente, esticando o braço acima da cabeça de Marta. Com uma das mãos abrindo a porta e com a outra tentando alcançar a caixa dentro do armário, ele foi incapaz de manter o equilíbrio e encontrou-se pressionando o cacete contra a bunda da mãe. Era um ato totalmente involuntário.
Enquanto André apoiava a mão na prateleira do armário para equilibrar-se, o quadril de Marta encostou na beira da pia e, por instinto, ela curvou o corpo, favorecendo a encoxada do filho. O caralho deslizou para o meio da bunda de Marta e a pressão só aumentou. Foi um contato acidental, porém, era um evento significativo. Cada um deles estava profundamente consciente da natureza do contato sexual.
"André!" - Marta disse, ajeitando o corpo e fechando os olhos, parecendo um pouco confusa.
Quando André recuperou o equilíbrio e suas pernas lhe obedeceram, ele conseguiu endireitar-se, mas aqueles 5 ou 6 segundos, no máximo, que seu pau ‘ semi-duro’ judiou da bunda firme da mãe, foram memoráveis. No processo seguinte, ao afastar-se do corpo dela, o cacete endureceu rapidamente provocando uma ereção indisfarçável sob a bermuda.
Marta olhou para o filho em tom de desaprovação. Mas André, por um brevíssimo momento, teve a impressão de ter visto um leve sorriso no rosto da mãe.
"Caramba! Desculpe mamãe! Eu estava apenas tentando alcançar a caixa de cereal." – ele disse, tentando esconder a ereção e aguardando uma resposta lacônica.
"Eu percebi! E poderia jurar que você estava tentando deslizar em outra coisa, mas não tive a certeza do que era! - Marta respondeu enérgica, dando uma pequena sugestão: "Da próxima vez tente se controlar, menino!".
Ele ficou surpreso com a resposta dela e olhou rapidamente para a mesa para ver se seu pai tinha conhecimento da conversa, mas ele estava com a cara enterrada no jornal. Nem sequer viu o que ocorreu entre mãe e filho.
André nunca se sentiu tão embaraçado em toda sua vida. "Da próxima vez eu tentarei me controlar!"- ele respondeu, lamentando imediatamente ter aberto a boca para dizer algo tão estúpido. Sabendo muito bem que só piorou as coisas. Mas Marta não respondeu, ela apenas olhou para o filho com o canto dos olhos.
André, ainda envergonhado, sentou-se a mesa e rapidamente engoliu seu café da manhã. Tomou um banho rápido e correu para o trabalho.
Marta, continuou a arrumar a cozinha e deixou sua mente vagar. Ela ainda podia sentir o cacete do filho pressionado contra sua bunda. Havia muito tempo que ela não sentia um arrepio erótico semelhante ao contato com o filho.
Jorge, o marido, tinha limitado a atividade sexual do casal à posição do ‘papai-mamãe’, uma vez por semana e tudo o que ele fazia ultimamente era pensar em trabalho. Ultimamente transar com o marido acabara se transformando numa tarefa. E assim que a tarefa estivesse concluída, ele se retirava de dentro dela, tanto física, quando emocionalmente. No fim ela sentia-se isolada e, às vezes, subestimada. Na verdade, ele era um homem autoritário e básico no que dizia respeito ao sexo.
Marta, por outro lado, tinha suas fantasias sexuais, mas a rotina no casamento frustrava sua vida amorosa. Mesmo assim, enquanto tomava banho para ir trabalhar, ela estava um pouco chocada e repreendeu-se ao ter pensamentos depravados enquanto imaginava o que o filho seria capaz de fazer com ela. E por um breve momento, desejou que aquele contato íntimo tivesse durado um pouco mais.
Quanto a André, mesmo nunca tendo considerado a mãe como um objeto sexual, tudo o que ele conseguia pensar era em como seria bom poder esfregar-se contra a bunda dela novamente. Durante todo o dia seria incapaz de lembrar de algo que tenha feito no trabalho. Estava disperso, envolvido em seus pensamentos incestuosos. A bunda da mãe ocupava toda a capacidade mental de seu cérebro e seu pau respondia, ficando duro feito pedra, cada vez que ele refletia sobre a encoxada na pia.
Naquela noite, deitado na cama, ele não conseguia parar de pensar em transar com a mãe. O que tinha acontecido naquela manhã foi algo totalmente inocente, mas, tal era a emoção, que tinha perturbado sua mente durante todo o dia. Ele ainda conseguiu convencer-se que a mãe havia esboçado um sorriso, alimentando o mesmo desejo que ele. André só conseguiu dormir após esvaziar-se na punheta.
******
Na manhã seguinte, André estava determinado a esquecer o acontecimento do dia anterior. Ao entrar na cozinha, Marta já estava arrumada para ir trabalhar, vestia uma calça de tecido leve, justa ao corpo. Enquanto lavava a louça, balançava o rabo pra lá e pra cá, contribuindo para que o filho tivesse uma visão privilegiada da cobiçada bunda dela.
André sentou-se na mesa ao lado do pai e logo começou a se arrepender de não ter tentado encoxar a mãe novamente. Tamanha excitação contagiou André. Seus olhos iam da bunda da mãe para o cacete que endurecia e voltavam para o rabo dela.
Imaginou-se agarrando a mãe. Seus braços a envolviam tocando seus seios com desejo. Abaixava a calcinha dela e a penetrava firme por trás. Castigava a boceta dela, penetrando-a com severidade, enquanto ela rebolava e pedia mais.
Foi então que ouviu a voz do pai gritando: “Presta atenção, André! Está derrubando café na mesa, garoto!”. André acordou de seus devaneios e percebeu a sujeira que fazia na toalha.
Marta percebeu quando o filho entrou na cozinha e permaneceu calado, apenas observando os movimentos dele. André sentiu uma pontinha de culpa em estar desejando a própria mãe, mas o cacete teimava em permanecer duro. Tomou a xícara de café com leite e levantou-se da mesa, dizendo um ‘Até mais tarde’ para os pais. Sequer chegou perto da mãe, o que deixou Marta um pouco decepcionada.
"Boa biscate, Marta!” - ela pensou consigo mesma. "Que tipo de pensamento é esse? Você está se sentindo mal porque o seu próprio filho não esfregou o pinto no meio da sua bunda?". Mas, mesmo assim, segundos depois de se penitenciar ela imaginava André gozando fartos jatos de porra no seu traseiro.
Marta sacudiu a cabeça, desfazendo a imagem e, rapidamente se apressou ao sair de casa, imaginando que o prazer de trabalhar iria manter sua mente ocupada.
Ela mal podia conter o fogo a lhe queimar a boceta e a face. Embora sentisse um desejo imenso, sentia-se culpada e envergonhada. Tinha crises de consciência, hora achava o filho uma criança inocente, hora um moleque sem vergonha. Dúvidas, dúvidas. O desejo parecia querer vencer. Ela estava irremediavelmente sentindo-se uma vagabunda.
******
A Quarta-Feira amanheceu clara e ensolarada e, como de costume quando André acordou, ele não estava nem um pouco surpreso ao descobrir seu pau duro e ereto. Ele saiu da cama se perguntando o que poderia ter sonhado durante a noite, que lhe deixara tão excitado. Ele nunca conseguia se lembrar de seus sonhos eróticos, mas achou-se perguntando se sua mãe teria sido protagonista do tal sonho.
Tomou um banho rápido e enquanto se vestia, admirou o próprio corpo diante do espelho do quarto. Deslizou a mão por toda extensão do cacete para cima e para baixo, punhetando suavemente todo o seu comprimento, e deu-se o direito de imaginar a mãe se contorcendo com aquele cacete dentro dela.
Quase tão rápido quanto à imagem que se desenrolava em sua mente, ele lembrou-se do horário de entrada no trabalho e apressou-se, empurrando o cacete duro para dentro da cueca. Acabou de se vestir e convenceu-se de que seria uma ótima idéia voltar a rotina de buscar a caixa de cereais dentro do armário, uma vez mais.
André chegou à cozinha no preciso momento em que Marta lavava o primeiro copo.
Observou atentamente o pai enquanto caminhava em direção à pia. O jornal sobre o rosto impediria que Jorge visse o que estava prestes a ocorrer, ao menos que, sua mãe chamasse a atenção dele para isso.
Quando André se aproximou da mãe, ela ficou um pouco irritada com isso, mas notou que a fantasia dele também era a fantasia dela, e fechou os olhos. Ele alinhou-se diretamente atrás dela antes de inclinar o corpo para frente.
Seu objetivo era implacável. Pressionou o cacete duro precisamente entre cada polpa da bunda da mãe e atirou o peso do seu corpo contra as costas dela. Levantou-se na ponta dos pés, na pretensão de estender a mão para alcançar o cereal. André colocou a outra mão na cintura da mãe, como se a estivesse testando. Como Marta não reagiu, ele se sentiu mais seguro para movimentar o pau para cima e para baixo.
Marta engasgou com o contato flagrante. Imediatamente teve idéia do tamanho e da rigidez do membro. A fala falhou e ela ficou imóvel. André pegou a caixa de cereal e, lentamente, desgrudou seu membro da bunda apetitosa de Marta.
Antes que ela pudesse recuperar a compostura, André havia se mudado para a mesa e derramado o cereal em sua tigela. Uma parte dela estava irritada com o filho. Não admitia que ele tivesse coragem de ousar toda sorte de luxúria com ela. Virou-se para encará-lo quando ele despejava o leite. A imagem do branco do leite espirrando sobre o cereal era muito sugestiva e, enquanto ela tinha em mente apenas o que gostaria de dizer, as palavras que saíram de sua boca eram completamente diferentes.
"Você foi capaz de alcançar tudo o que desejava, André?" – Marta encarou o filho.
"Sim! Obrigado, mamãe. Já peguei o que gostaria." – ele respondeu, sem levantar a cabeça, com um sorriso irônico nos lábios.
“Ótimo! Eu tenho certeza que você pegou o que queria" - ela respondeu, atordoada com suas palavras, pois era quase uma aprovação para as ações do filho.
Na verdade, André esperava que a mãe se irritasse com ele, mas teve uma agradável surpresa, quando percebeu que a mãe estava ciente do que ele estava fazendo o que implicava naturalmente na não proibição do ato libidinoso que cometiam.
Ao sair para o trabalho, André encontrou a mãe na entrada da casa, conversando com uma vizinha, e deu um jeito de encostar-se nela ao passar pelo portão. Ela sentiu-se estranha. A cada toque do filho, estremecia, sentia as pernas bambearem e não sabia dizer, se gostava ou não. Era uma sensação nova, diferente. Era bom.
Depois que André foi embora, Marta ficou cerca de cinco minutos sentada na sala pensando no filho. Manteve-se em repetir o que tinha acontecido e estava tendo dificuldades em aceitar o fato de que o filho tinha desejos sexuais por ela.
Ela não tinha dúvida nenhuma de que na primeira vez tinha sido um acidente, mas não havia nenhuma confusão no episódio de hoje. André tinha esfregado propositalmente seu cacete duro contra o rabo dela, aumentando descaradamente a conotação sexual dos seus movimentos.
Pediu a Deus para que o marido não tivesse visto nada de anormal. Acreditou que mais cedo ou mais tarde André desistiria de provocá-la. Tal como havia começado. Sem explicação. E sabia que sentiria a falta daquelas encoxadas matinais. Marta passou as mãos pelos cabelos, pensativa.
Nos seus vinte anos de casamento, o marido nunca tinha sido capaz de despertar-lhe libidinosos impulsos, e agora, seu próprio filho a excitava com desejos proibidos. O turbilhão de pensamentos, distraíram-na e ela sentiu as pernas fracas. Ao invés de terminar a louça, agarrou a xícara de café e sentou-se à mesa. Jorge olhou para a esposa de uma maneira estranha.
"Você não está se sentindo bem, querida?"- ele perguntou.
"Eu estou bem, apenas um pouco cansada. Tive um começo de semana meio conturbado na loja." – Marta respondeu, lutando contra os pensamentos obscenos que preenchiam sua mente.
"Talvez você precise de alguns dias de folga. Não se esqueça; ficarei alguns dias em Curitiba a partir de domingo. Você poderia vir junto comigo. O que acha?" – Jorge perguntou.
"Oh, Não se preocupe, eu ficarei bem. Umas duas noites de descanso e estarei recuperada." – Marta respondeu. "Uma boa trepada ajudaria muito" - ela pensou, disfarçando o sorriso.
"Ok! Você decide, querida!" – Jorge respondeu, completamente indiferente ao que acontecia a sua volta. A boceta de Marta ardia em desejo.
O toque do telefone cortou a conversa. Era Alice, a proprietária da loja onde Marta trabalhava, pedindo-lhe para avisar todos os funcionários que teriam uma reunião logo após o expediente, além de comunicar que Marta teria que ajudá-la a escolher um vestido para uma festa na sexta-feira à noite. Marta aceitou imediatamente. Isso significava que André já estaria em seu quarto dormindo, quando ela retornasse do shopping. Ela não conseguiria enfrentá-lo, e não sabia como lidar com incidente daquela manhã. Arrumou-se para o trabalho como se estivesse em fuga. Uma fuga dos seus pensamentos indiscretos.
Trabalhar naquele dia foi um grande teste de resistência para Marta. O acontecimento naquela manhã deixou-a com um brilho fascinante no olhar. A calcinha permaneceu encharcada o dia inteiro de tanta excitação. No intervalo do almoço, trancada no banheiro, ela aliviou-se com uma prazerosa siririca. Movimentou um, dois dedos dentro da boceta até atingir o orgasmo.
André, por outro lado, ficou aliviado quando chegou em casa à noite e não encontrou sua mãe. Ele não tinha certeza de como a mãe reagiria em caso de contestação sobre o incidente durante o café da manhã. Fez um lanche junto com o pai e sentou-se no sofá da sala. Resolveu assistir um pouco de TV para relaxar. Pegou o controle remoto e começou a assistir a um filme.
Cerca de meia hora depois, o pai largou a revista que lia em cima da estante e disse que estava indo para a cama.
Uma hora mais tarde, perto do filme terminar, Marta chegou em casa. André não conseguiu encará-la e manteve os olhos grudados na tela da TV.
"Seu pai já está dormindo?" - Marta perguntou, jogando a bolsa em cima do sofá.
"Já! Faz quase uma hora." - Ele respondeu, sem conseguir encará-la.
Marta olhou para o relógio na parede e teve a certeza que o marido já estaria dormindo. Ela caminhou ao redor da mesinha de centro na sala e sentou-se ao lado do filho.
"É melhor não deixar que o teu pai te pegue nesse joguinho que você está tentando fazer comigo." – Marta advertiu o filho. Na verdade, essas não eram exatamente as palavras que ela queria usar.
"Eu não vou deixar." – ele respondeu imediatamente, evitando olhar no rosto da mãe.
"Não é isso que eu quis dizer, moleque!" - ela respondeu, com firmeza na voz. Ela tinha intenção de lhe dizer para parar o que estava fazendo toda manhã, mas de repente lembrou-se dos desejos que teve naquela tarde.
Sua voz caiu para um tom mais calmo e em vez de uma repreensão, ela encontrou-se, dizendo: "É melhor você ter certeza do que deseja, antes de tentar obter. Você está entrando em um terreno muito perigoso." – Marta olhou para o filho com seriedade.
Pela primeira vez, André olhou para a mãe.
"O quê?" - ele perguntou, um pouco confuso.
"Você ouviu, André! Melhor pensar nisso com cuidado. Não se esqueça que eu sou sua mãe, entendeu?" - ela ameaçou, levantando-se e fazendo o caminho até o quarto.
Na quinta-feira, ao entrar no banheiro, André percebeu que a mãe havia deixado a calcinha no Box. A minúscula calcinha branca ajudaria no momento da ‘homenagem diária’ que ele fazia a ela.
Quando André entrou na cozinha, Marta estava sentada à mesa. Ele parou na entrada da porta e olhou-a desconfiado.
"Bom dia, querido! Gostaria que eu pegasse algo pra você?" - Marta perguntou irônica, insinuando o que ele estaria esperando para pegar a caixa de cereais.
"Não, tudo bem! Algumas coisas me fazem sentir melhor quando eu mesmo as faço." Mas André não se moveu em direção ao armário onde guardava a caixa de cereais. Continuou parado junto à porta da cozinha.
Marta e o filho estavam sozinhos na cozinha, o pai ainda dormia no andar de cima da casa. Ela recolheu os pratos e copos da mesa e mudou-se para a pia, abrindo a torneira. Marta tentava resistir. Fazia força para não olhar, mas o danado sabia como mexer com a sua imaginação. O pior, é que quanto mais ela tentava resistir, mais excitada ficava.
Ela resolveu provocá-lo. Foi até a mesa para recolher alguns talheres e, de forma provocante, debruçou-se para exibir o decote. Curvou o quadril e virou-se de costas pro filho, empinando a bunda em sua direção. Esperou alguns segundos e voltou para a pia.
André arregalou os olhos e não entendeu o que estava acontecendo. “Será que estou tendo alguma alucinação? Não, não é possível!”- ele pensou. Gostaria de pegá-la naquela posição, sentir-se ia realmente o macho dominador.
O próprio pensamento do que ele estava prestes a fazer e o fato de que sua mãe tinha ido até a pia, quando ela poderia ter permanecido sentada na mesa, até que ele pegasse a caixa de cereais, causou uma ereção plena. O cacete parecia querer explodir dentro da cueca.
Em silêncio, André encostou atrás da carne traseira da mãe. Ele ouviu o suspiro de Marta quando seu pau rígido tocou o corpo dela. Desta vez, ela sabia que André estava consciente do que estava fazendo. Era proposital e ela poderia tê-lo impedido, se quisesse. Eles estavam conscientes de que não estavam sozinhos e perceberam o risco que estavam correndo, mas o prazer de estarem fazendo algo proibido era muito maior.
Marta parou de lavar os pratos por um momento e ficou com a cabeça inclinada para à frente, em uma postura de submissão. O barulho da torneira aberta abafava o ruído da respiração ofegante de ambos. Marta ajeitou o quadril e passou a rebolar discretamente, como se estivesse autorizando toda aquela putaria.
Os dois estavam cheios de tesão e deixaram rolar. A mão dele nessa altura já estava acariciando as coxas da mãe, que prendia os gemidos e ia curtindo aquela bolinação. Marta apenas virou a cabeça para trás para ver se o marido não estava por perto. Queria ter a certeza que não estavam sendo observados.
A pica de André castigava a bunda de Marta, roçando vigorosamente. Sua respiração se concentrava entre o pescoço e ouvido da mãe. Ele tinha todo o domínio da situação.
Ficaram se esfregando durante mais algum tempo sem dizer nada. Até que finalmente a sanidade de ambos voltou. André desencostou da mãe e pegou a caixa de cereais. Marta deu um pequeno suspiro e endireitou o corpo, como se nada tivesse acontecido, e continuou a lavar os pratos.
André estava com o coração acelerado e a respiração descompassada. Olhou para a caixa de cereais e resolveu ir trabalhar sem tomar café. Em seguida, fazendo algo que raramente fazia, ele caminhou até a pia e beijou a mãe na parte de trás do pescoço. "Tchau, mãe! Tenha um bom dia.".
O corpo de Marta arrepiou-se com o beijo do filho. Ela virou a cabeça e olhou nos olhos dele. "Até Logo, filho!”. Acariciou o rosto de André com a mão direita e encostou o dedo indicador da outra mão nos lábios, indicando que gostaria que aquilo fosse mantido em silêncio.
Marta ficou impressionada com a intimidade que criara com o filho. Ela estava ciente de que poderia ter esperado até que André pegasse a caixa de cereais, antes de ir até a pia. Reclamou consigo mesma que ela não teria tempo de esperar, que precisava começar a lavar a louça e preparar-se para o trabalho. Mas, mesmo tentando encontrar uma desculpa, não foi capaz de explicar por que sua boceta estava molhada quando viu André esperando na porta da cozinha até ela ir para a pia.
A pergunta que martelava sua mente, era se aquelas encoxadas se tornariam um ritual depravado todas as manhãs, antes de André tomar café.
Marta mordeu o lábio inferior e seus pensamentos a golpearam com desejo. Ela sabia o que gostaria de fazer. “Mas as mães não fazem isso com seus filhos!”- ela pensou, sorrindo.
Marta não conseguia entender o que estava acontecendo entre ela e o filho. Durante o restante do dia, sentia-se uma puta arrependida. Aquelas encoxadas doíam nela como a pior das traições que ela poderia ter imposto ao marido. Fora delicioso, mas ela não conseguia se perdoar.
Ao chegar em casa à noite, no momento que estacionava o carro na garagem, Marta encontrou o filho voltando do curso de Inglês.
André abriu a porta do carro para a mãe que, ao colocar uma das pernas para fora, viu a saia de tecido leve deslizar pelas coxas roliças, dando uma visão provocante de suas pernas para o filho.
Ela agradeceu com um sorriso que pretendia ser sem graça, mas que parecia de satisfação. Marta estava totalmente transparente, não conseguia ocultar seus sentimentos, seus transtornos. Ficou sem palavras ou gestos nos poucos segundos que foi observada por aqueles marcantes olhos gulosos.
Marta, hipnotizada pelo olhar indiscreto do filho, não conseguiu recuperar o reflexo necessário para diminuir a ampla visão que ele tinha, pelo contrário, inconscientemente abriu um pouco mais as pernas.
"O que foi menino? Porque essa cara de tarado, olhando para minhas pernas? Está querendo ver algo mais?”- Marta conseguiu perguntar, irritada com o descaramento do filho. Ela não queria que ele achasse que estava exibindo-se sensualmente. Nem queria que ele percebesse que estava trêmula e ansiosa.
"Desculpa! Eu apenas estava pensando o quanto você é bonita!" – André respondeu, abaixando os olhos.
Marta sentiu o corpo estremecer. De todas as coisas que André poderia ter dito, aquela era a única coisa que poderia esfriar sua irritação. Uma nova faceta da personalidade de Marta se anunciava a ela mesma, deixando-a mais do que perturbada.
"Obrigada, filho! Mas, você está se esquecendo que sou sua mãe! O que está acontecendo entre nós ultimamente não é um comportamento adequado entre mãe e filho." – Marta tentou aquietar o calor no meio das pernas.
Ela observou como o rosto do filho iluminou-se em um largo sorriso.
"Você me disse para ter certeza do que eu queria antes de tentar obter. Não disse, mãe?" - ele perguntou, com os olhos fixos no dela. "Bem, eu tenho certeza do que eu quero." - ele acrescentou, mordendo o lábio inferior, enquanto esperava por uma resposta.
"André! Eu realmente não acredito que você quis dizer isso. O que você quer não pode acontecer, simplesmente não pode!" – Marta tentava explicar algo que nem ela entendia.
Marta percebeu que durante toda a conversa com o filho manteve as coxas à mostra e sequer havia abaixado a saia. Ela estava furiosa, mas morrendo de tesão com aquele joguinho. “Deus! Estou agindo como uma adolescente!” – ela pensou.
André estendeu a mão para ajudar a mãe a levantar-se, algo que ela recusou prontamente. Levantou-se sozinha, empurrando a porta do carro com força, e fez o caminho em direção à porta de casa. Seus desejos sexuais começavam a dominar a base moral da família.
******
O telefone tocou cedo na sexta-feira. Precisavam de Marta na loja mais cedo. Vestiu-se rapidamente e saiu antes de André acordar. Saiu de casa agradecida por ter evitado outro incidente com o filho, antes que a situação saísse do controle.
Somente o pai lhe fazia compania naquela manhã e André tomou seu café em silêncio. Nervoso e impaciente, fora difícil conviver com André durante aquele dia. Chegou a discutir no trabalho com o melhor amigo, que o chamou de idiota. André naturalmente não retrucou. O que ele poderia dizer? “Estou irritado porque não consegui esfregar meu pau na bunda da minha mãe, hoje de manhã!”. Não seria uma explicação de fácil entendimento para o amigo.
À noite, jantaram em silêncio. André estava cansado, frustrado e até meio agressivo. Após terminar o jantar beijou a mãe friamente e foi deitar-se cedo. Após lavar a louça e passar algumas peças de roupas para o dia seguinte, ela também foi deitar-se. Pensativa, dormiu rápido, e teve um sonho erótico povoado de coisas inexplicáveis; transava com vários homens, era tocada e violada por diversos membros, mãos, línguas e objetos que ela nunca saberia descrever... Acordou de repente, deitada de lado, com Jorge lhe puxando os ombros, roçando o pau duro em sua bunda por baixo dos lençóis.
Ela virou o corpo, subiu sobre o marido e segurando o membro encaixou-se. Jorge passou os braços ao redor do quadril dela e a segurou firmemente, enquanto a penetrava repetidamente. Marta apoiou-se no peito do marido, jogou todo o seu peso, rebolava de vez em quando, o que dava à Jorge uma sensação deliciosa. Ela, simplesmente fantasiava uma trepada com o filho na penumbra do quarto.
Marta não parecia ser ela mesma. E de fato não era. Estava perdida em seus devaneios sexuais. Jorge sentia-se devorado pela estranha Marta, que cavalgava insanamente em cima do cacete dele. Enquanto o barulho das bombadas fortes do membro duro na boceta úmida davam o ritmo da trepada, Marta suplicou ao marido: "Mete atrás, amor. Fode meu rabo! Fode!” - ela disse com a voz embargada de desejo.
Ela desceu de cima do marido, pingando de suor. Jorge enlouqueceu de tesão vendo a esposa de quatro. Segurou os cabelos de Marta e começou a puxar. Puxava com toda a força que tinha. Ela arqueava as costas ao máximo, enquanto era arrombada pelo marido. Mordia com força o travesseiro e rebolava alucinada. Marta estava à beira de um orgasmo selvagem, poderoso. Era daquela selvageria que ela gostava. Sentia dor em cada músculo de seu sexo, e parecia que seria empalada por aquele membro nervoso que a penetrava. Cada vez mais fundo. Cada vez mais forte.
O medo de chamar Jorge de André, que invadiu sua cabeça e ali ficou durante toda a trepada, a deixava mais excitada. Que inferno! Que sensação louca! Que tentação!
Marta soltou um grito, e gozou como nunca antes. Um orgasmo exagerado, explosivo. Ela se contorceu toda, banhada de suor... Ela gozava no pau do marido e imaginava como seria gozar com o filho. Como seria sentir o filho a transformando numa puta como ele prometia em cada toque, cada olhar. Que obsessão.
Jorge se jogou contra a bunda de Marta pela última vez e a penetrou o mais fundo que pôde. Ele retesou os músculos, seu membro pareceu aumentar de diâmetro e ele também gozou. Marta sentiu o caldo espesso da porra de Jorge escorrer por suas pernas.
"Caralho, Marta! Você é muito puta."- ele disse, respirando com dificuldade e escorregando o cacete para fora do rabo da mulher, deixando tudo aberto de maneira obscena. Marta não estava ouvindo o marido. Com um sorriso de satisfação no rosto continuava a imaginar o filho dentro dela.
Assim que gozou, Jorge caiu de lado na cama e rapidamente adormeceu. Marta passou a noite em claro, ouvindo o ronco do marido.
******
No sábado pela manhã, André despertou ao ouvir o ronco do motor do carro do pai. Jorge iria buscar os ternos na lavanderia, os mesmos que usaria nas reuniões em Curitiba, na semana seguinte. Ele sorriu... Aquilo significava que estava sozinho com a mãe.
Marta estava pensativa, em pé junto à pia, bebendo seu café, quando o filho entrou pela porta da cozinha. Sentiu o corpo estremecer e respirou fundo.
Sua pele arrepiou toda e ela olhou para o filho. Queria não acreditar, mas lá estava ele... Parado, olhando com aquela luxúria infernal que a atraía tanto. "Bom Dia, mãe!"
"Não é muito cedo para levantar da cama em um sábado?"– ela perguntou, tentando disfarçar a inquietação. Seu olhar voltou-se para a virilha do filho, quando ele já mostrava uma ereção considerável.
"Levantei cedo porque tenho certeza que hoje será um excelente dia!" - ele respondeu, apertando o volume dentro da bermuda.
A xícara de café quase caiu das mãos de Marta e, novamente, ela sentiu a boceta em brasa. André olhou para o armário onde estava a caixa de cereais e, em seguida, voltou o olhar para sua mãe, em um leve movimento indicando que ela caminhasse naquela direção.
Marta não sabia mais o que fazer, queimava de desejo pela figura atlética do filho, embora tentasse negar. Recuou um passo, mas André caminhou em sua direção. Ela sentiu-se acuada na pia, indefesa. "Não me deixe cair em tentação..."- ela implorava em pensamento para que Deus a livra-se daqueles desejos.
A mente de Marta estava em uma grande confusão de idéias. “Não!”- ela dizia pra si mesma, não querendo dar qualquer oportunidade do filho esfregar o cacete nela.
O telefone tocou, fazendo Marta despertar de seus pensamentos, e sem pensar ela se dirigiu para atendê-lo na sala. Era Ana, ansiosa para contar a ela sobre a festa da noite anterior.
Algum tempo depois, André ouviu a voz da mãe dizendo: "Tchau! Até mais tarde, filho! Estou atrasada para o serviço.”. Em seguida, ouviu a porta da frente fechar com força e o carro saindo da garagem. Marta saiu de casa sentindo-se desejada, como nunca antes. Apesar do pecado, entendera o que era ser mulher, no sentido carnal. A inevitável comparação com uma vagabunda veio à sua mente. Ela sorriu feliz.
******
O Domingo amanheceu ensolarado. Quase uma semana tinha se passado desde a primeira encoxada de André na mãe. Ele, durante toda a semana, só tinha uma coisa em mente, e Marta estava lutando consigo mesma, deveria permitir que o filho continuasse a mexer com seus desejos ocultos? Ou deveria colocar um fim a isso imediatamente?. Marta estava prestes a envolver-se com seu filho de uma maneira que ela nunca havia sonhado.
André levantou-se cedo, estava ansioso para tentar encoxar a mãe novamente. Desde que aquilo tudo tinha começado, André estava completamente obcecado pela mãe.
Quando André parou na porta da cozinha, pôde ver a mãe em pé junto a mesa, conversando com seu pai. Marta vestia um vestido florido, tecido leve e curto que mostravam bem suas longas pernas, as quais ela fazia questão de exibir naquela manhã. As curvas tentadoras do corpo da mãe, faziam o pau de André subir lentamente dentro da bermuda.
Completamente perdido em seus pensamentos, ele sentou-se na cadeira mais próxima.
"Bom Dia, filho!"- Marta sorriu. "Eu não ouvi você entrar... Eu estava indo acordá-lo. Pensei se você não gostaria de levar seu pai até o aeroporto. O que você acha, querido? " .
Ao lado dele, na mesa, o pai resmungou. André não tinha certeza se o pai estava concordando com a mãe ou era contra a idéia, ou, se simplesmente aquela era sua maneira de dizer: ‘Bom Dia’.
"Ah... Com certeza, eu ficaria feliz em... em levá-lo ao aeroporto!"- André gaguejou. Ele e o pai tinham poucas coisas em comum, menos o fato de terem compartilhado a experiência de encoxar a mesma mulher em momentos diferentes da vida.
"É melhor se apressar! Eu já estou pronto para ir."- Jorge disse, dobrando o jornal e levantando-se da mesa.
"Tudo bem, pai! Eu vou estar pronto em poucos minutos... Só preciso pegar a minha carteira. Eu não pensava em sair de casa agora.”- André respondeu, olhando para a mãe.
"Ok! Eu vou esperar no carro. Vou carregando as malas."- o pai respondeu a ele.
André passou as mãos pelo rosto e correu para seu quarto. "Graças a Deus meu pau amoleceu."- Ele pensou.
Ele trocou a calça que vestia, pegou a carteira com seus documentos e desceu as escadas rapidamente. Pela primeira vez no dia sua mente não pensava em transar com a mãe e, por isso mesmo, não estava preparado para a imagem que iluminou seus olhos ao pegar a chave do carro na estante da sala.
Marta caminhava pela sala, mexericando nos bibelôs sobre a estante. Ao perceber a presença do filho, virou o corpo e o encarou com um olhar que emitia faíscas de desejo. As mãos brincavam com um botão do vestido numa tentativa inútil de eliminar o nervosismo que sentia. Um calafrio percorreu o corpo de ambos.
Marta rodeou o filho com os braços fazendo crer que iria abraçá-lo. Com um movimento ágil soltou o prendedor dos cabelos, desfazendo o coque e liberando a cascata morena que caiu livremente pelas costas. A pele arrepiou-se sob o olhar avaliativo de André. Os mamilos... A calcinha... Sinais evidentes de sua excitação. Marta estava enlouquecida pela traição do próprio corpo. E sua mente... Já não conseguia pensar em mais nada. Precisava imediatamente daquele garoto e, num movimento rápido, abriu a frente do vestido.
Os seios fartos e firmes pareciam querer escapar. Para resistir à vontade de tocá-los, André cravou as unhas na palma da própria mão. Os seios, completamente enrijecidos, imploravam pela atenção do filho e Marta deu uma risadinha arrogante provocando-o de maneira descarada.
Marta adorava a sensação de perigo. A possibilidade de serem flagradas tornava o romance mais interessante. A mulher madura queria aventura. E André completamente de pau duro, não lhe negaria nada.
“Já se imaginou mamando neles, André?”- ela perguntou, num tom provocativo. Por um momento, André esfregou o rosto, não tendo certeza se tinha ouvido direito. “O quê?”- André gaguejou sem acreditar.
"É exatamente o que você ouviu!"- ela disse, com um sorriso malicioso nos lábios, levantando a mão junto ao seio direito para chamar a atenção do filho. As unhas pintadas de vermelho aumentavam o apelo erótico da cena.
"Puta que Pariu!". Era tudo que André conseguiu dizer, com os olhos firmemente fixados à mão de Marta que ia e vinha, deslizando pelos seios, estimulando os mamilos visivelmente excitados.
"Quer colocar as mãos neles, André? Sinta como eles estão durinhos por sua causa!" – ela sorriu e olhou para a virilha do filho completando: "É melhor se apressar, porque o seu pai vai te chamar daqui a pouco!"
André ainda estava estático, olhando para a figura da mãe parada perto do sofá. "Mãe eu... eu... " - ele gaguejou. "Quieto!"- Marta falou suavemente, com um olhar diabólico. Ele sustentou a respiração durante alguns segundos para poder entender melhor o que estava prestes a acontecer.
"Mãe... Eu quero... muito!"- ele disse enquanto seu cérebro finalmente permitia que seus pés recuperassem algum movimento. André olhava desconfiado e temeroso para a porta da sala.
Marta lentamente soltou as alças do vestido, fazendo saltar os dois seios incríveis de dentro do decote. Ciente do medo do filho, ela quis testar até onde ia a coragem do garoto: “Você nos meteu nisso, André. Portanto, se houver encrenca, você nos tira dela. Vou dizer ao seu pai que você é um menino malvado... um tarado.”
Fascinado e com os olhos arregalados, André pareceu não dar ouvidos ao que a mãe lhe dizia e tomou a iniciativa. Passou a mão pelo pescoço da mãe, que excitada gemeu algo baixinho. Ele ignorou e desceu as mãos para os seios. Eram firmes, grandes e macios. Os mamilos estavam duros pelas carícias. Quando ele encostou a boca ela jogou a cabeça para trás e gemeu.
Marta deslizou a mão em torno da cabeça do filho, afagou seus cabelos e o puxou mais perto de si. "Chupa, filho! Chupa meu peito! Assim, moleque... Chupa! Chupa! Filho da puta!"- ela quis gritar, ofegante, mordendo uma das mãos.
André enfiou a mão debaixo do vestido da mãe e Marta sentiu as mãos dele subindo por suas pernas, acariciando com voracidade, enquanto olhava apreensiva para a porta da sala com a perspectiva do marido aparecer de repente.
O tesão de sentir aquela boca chupando seus peitos de forma safada era intenso. Os dedos de André começaram a tocá-la por cima da calcinha e ela mordia os lábios e controlava os gemidos.
De repente, Marta o empurrou, dizendo:"Chega, André! Pare! Isso é o suficiente por hora. Mais tarde... mais tarde, você pode ter mais."
Na noite anterior Marta acordou ouvindo o som do ronco do marido. Uma luxúria insana martelava a cabeça dela. Estava excitada, com um desejo febril de estar com o filho. Enquanto imaginava, suas mãos delicadamente vagavam ao longo de seu corpo, fazendo cócegas em sua pele e deixando-a arrepiada, enrijecendo seus seios.
Ela tentou expulsar esses pensamentos de sua cabeça, mas quanto mais tentava, mais eles voltavam com força total e cada vez mais parecia que tudo o que ela estava fazendo era negar os seus próprios desejos.
Ela olhou para o marido e imaginou o corpo do filho ali ao lado dela na cama de casal. A sensação de sentir o cacete do filho esfregando-se na sua bunda era uma doce tortura. As lembranças das taras do filho provocaram um prazer que contorceu o meio de suas pernas, e uma sensibilidade imensa em sua boceta, então ela se sentiu carente, desesperada e irritada, tudo de uma só vez.
Foi então que ela finalmente deslizou os dedos entre as pernas e colocou a mão dentro da calcinha, encontrando a boceta molhada. Ela sentia o pulsar do seu próprio corpo, latejando de ânsia para mergulhar em sua umidade e se perder de prazer.
Uma das mãos de Marta se agarrou aos lençóis na lateral da cama e ela começou a se masturbar com um ritmo e vigor, nunca antes realizado por ela. Penetrava os dedos, cada vez mais fundo, incentivando pequenos suspiros.
Os movimentos de Marta se tornaram mais frenéticos, e ela esqueceu-se de tudo, simplesmente fantasiando na penumbra do quarto. Imaginou-se de quatro na cama, o peso do corpo do filho sobre ela. Forçando a cabeça dela junto ao travesseiro e segurando o seu cabelo com firmeza. De olhos fechados se viu entregue a ele, que a penetrava firme por trás.
Foi então que sentiu a mão do marido balançando seu ombro com força e dizendo: “Está tudo bem Marta?”. Ela deu um suspiro forte, exprimindo toda a força daquela sensação. Abriu os olhos e viu que o filho não estava na cama junto com ela e que o corpo dele não pesava sobre o dela. Apenas o corpo suado, a calcinha molhada e a respiração ofegante.
Lembrar dos pensamentos da noite passada tinha dois lados: um, que a excitava, diariamente; e o outro que a amedrontava. Ela parecia não estar sozinha dentro do próprio corpo!
E, por um instante, os dois se contemplaram, ela fixando, com um olhar hipnotizado, no volume que o pau duro do filho fazia dentro da calça, e ele, com uma sensação de que podia tudo. Marta mordeu os lábios e levou a mãozinha safada até o zíper da calça de André.
"Eu quero ver isso!" - ela insistiu, apertando aquele pedaço de carne dura. André olhou para a janela, inquieto e nervoso, a qualquer momento eles poderiam ser flagrados pelo pai.
Marta percebeu a aflição do filho, mas não queria parar agora. Puxou a fivela do cinto e desabotoou a calça, fazendo-a cair até os joelhos de André. Ela alisou a barriga dele e deu-lhe um leve beijo nos lábios.
Os dois estavam completamente excitados, André gemia baixinho e o olhar de Marta era de uma loba faminta diante de um banquete. Ele olhava fixamente para os seios fartos dela sacudindo levemente enquanto a mãe lhe pressionava com um rebolado provocante. Marta alisava o filho, arranhando de leve seu peito por dentro da camiseta, enquanto apalpava o caralho sob a cueca.
Marta parecia ter nervos de aço. Ajoelhou-se no chão da sala e puxou a cueca do filho para baixo. O caralho saltou duro, firme, pulsando. Uma, duas, três vezes... ela acariciou o saco do filho delicadamente, antes de esfregar o cacete no rosto.
Levantou os olhos para cima e encarou o filho, no mesmo instante que abocanhava o cacete. As grossas veias pulsavam com o sangue afluindo fortemente dentro da boca de Marta. Ela pressionava e deslizava a língua sobre o cacete, bem devagarzinho. Com uma das mãos ela segurava a base e com a outra acariciava o saco do filho. André fechou os olhos e se sentiu num sonho: Não acreditava que aquela boca quente, molhada e macia apertando seu pau era a boca da própria mãe.
"Mãe... Eu vou gozar..."- ele murmurou. "Não! Não!"- Marta respondeu, ainda com o pau dentro da boca. Parou de chupá-lo e segurou a cabeça do cacete, virando o rosto. Deu um sorrisinho sádico, pois apesar de também desejar, queria deixá-lo ansioso um pouco mais.
"Você tem que ir... seu pai está esperando. Vamos continuar com isso mais tarde"- ela sorriu maliciosamente.
"Não, mãe! Eu estava quase gozando...”- ele disse aflito, incapaz de acreditar que sua mãe pudesse ser tão cruel.
"Agora você sabe o que eu sentia naquelas manhãs que você empurrava seu pau duro contra a minha bunda. Moleque sem vergonha! Mas há uma diferença... Eu vou cuidar de você hoje à noite. Somente esta noite e nunca mais! Você entendeu?"- ela encarou o filho, deixando claro quem daria as cartas daquele momento em diante.
André não acreditava que aquilo tudo realmente acontecia. "Eu entendi, mãe! Mas como vou descer até o carro desse jeito... Vai demorar uma semana para que isso vá para baixo." - ele apontou para o cacete completamente duro.
“Filho da puta...”- Marta proferiu, dando uma risadinha. "Tudo bem! Quero te ver fazendo uma coisinha...”. Ela caminhou até a janela e gritou para o marido: "Ele vai estar aí fora em cinco minutinhos, querido! Ele precisou ir ao banheiro."
Ela imediatamente virou-se para encarar o filho. "Quero ver você batendo punheta!"
Havia algo de perverso no sorriso de Marta.
Marta deu dois passos para trás e provocou o filho; "Anda logo, moleque! Você não tem muito tempo!"- ela ordenou, sorrindo de orelha a orelha.
Os olhares da mãe e o jeito autoritário que ela falou com ele aumentaram o tesão de André. Ele apertou o cacete com a mão direita e começou um lento vai-e-vem para cima e para baixo.
Marta apoiou uma das pernas sobre o sofá e, em seguida, puxou a calcinha com força, fazendo arrebentar o elástico que a prendia ao corpo. Os mais primitivos instintos de fêmea se apoderaram dela, completamente. Sua única intenção era que o filho olhasse para a boceta dela enquanto se masturbava.
"Olha, André! Olha o que mamãe tem para você! Não era isso que você queria nestes últimos dias? A bocetinha da mamãe?"- ela disse, lambendo os dedos melados com seu suco do prazer. "Mãe!”- André gemeu
E Marta demonstrava aceitar conscientemente aquela tara que sentiam um pelo outro, independentemente das regras morais da sociedade. Aquilo era errado. Mas, e daí? Teria a vida de acabar por causa disso? Não... absolutamente não.
Marta provocava o filho ao máximo. Acariciava a boceta de modo sensual, oferecendo a ele uma visão plena do desejo. Encarava o filho, mordendo o lábio inferior, enquanto os dedos separavam seus grandes lábios, róseos, inchados e molhados.
André murmurou com a voz trêmula: “Ahhh... não faz isso comigo, mãe!”. Ele segurou o pau, gemendo, fez menção de se levantar e ir atrás dela, mas Marta fez que não com a cabeça, mostrando que ele deveria ficar exatamente onde estava e só olhar.
E ele obedeceu. Ela o queria babando, febril, faminto. Era um misto de tesão e ternura que a fazia entender que estava fazendo parte de algo muito importante na vida daquele menino. André perdeu a noção de tudo. Tempo, hora, lugar. Não queria perder um minuto sequer daquele show.
Com dó do filho, ela chegou mais perto dele e ergueu-lhe o queixo. Os olhos dele fixaram-se nos dela. Decidiu que não deveria mais torturar o garoto e foi aos lábios dele com fervor. Subiu em cima dele, beijaram-se, e ele já tentava forçar a penetração quando Marta sussurrou em seu ouvido: “Diga-me o que você quer...”.
“Sexo!”- ele respondeu, enganosamente suave e gentil. Marta se agitou novamente. Ela não queria parar agora. Com movimentos lentos e suaves ela facilitou o encaixe do caralho na boceta. Aquele pau duro escorregou facilmente para dentro dela. Ambos soltaram um gemido profundo de prazer, Marta fechou os olhos e soltou o resto do corpo em cima do filho.
Agora poderia finalmente ceder ao desejo que vinha crescendo dentro dela, ao longo daquele joguinho. Ela o enlaçou com os braços e se apertou junto a ele. Contanto que não contasse aquilo pra ninguém, tudo ficaria bem.
"Me fode de verdade agora, moleque!"- ela disse, encarando o filho de uma maneira dominadora. Havia um certo medo no olhar de André. A expressão do rosto da mãe era de puro desejo, e ele ficou ainda mais amedrontado e excitado.
Marta abriu um sorriso lindo, tranqüilizador. Tocou no rosto do filho e enroscou o dedo em um dos cachos do seu cabelo. Ela então começou a cavalgar no cacete do filho. Desejava comandar, queria sentar naquele pau, pressioná-lo, dar o ritmo que sua boceta exigia. Eles tinham poucos minutos, Jorge poderia aparecer a qualquer momento pela porta da sala.
André adorou aquela imagem; A mãe sobre o seu corpo, rebolava aflita, os seios balançando e a boceta bem encaixada em movimentos certos, firmes. Os movimentos de Marta eram fortes, ela pedia, num murmuro, para ser fodida. Queria ser a fêmea do filho naquele momento, desfrutar daquele cacete que bombava dentro dela.
As mãos de André escorregaram pelas coxas da mãe e buscaram seu bumbum para apertá-lo. Um aperto firme, que chegou a doer… E ela estremeceu de susto e prazer. Ele então deu-lhe um tapa com força. Marta sentiu seu traseiro queimar, arder. Seu corpo se contraiu, encaixando-o ainda mais, deliciosamente apertando o caralho do filho dentro de si.
Sentia o filho a penetrando com mais vontade. E batia com mais força também… Perdeu as contas, de quantos tapas recebeu, sentia a pele arder, ao mesmo tempo em que ficava cada vez mais excitada, começou a falar dúzias de obscenidades; “Mete tudo... Mete safado... Assim... Assim... Assim eu vou morrer... Caralho... Que gostoso... Porra!”. Ela estava liberta de todos os preconceitos.
Sem entender como ou porque, enquanto subia e descia no cacete, Marta ainda pediu ao filho; “Não goza dentro... Moleque!”. Enquanto lágrimas escorriam pelos seus olhos e começou a soluçar. Eram lágrimas libertadoras… Lágrimas de prazer absoluto.
Como se estivesse esperando por aquilo, Marta levantou o corpo e o caralho do filho saiu de dentro dela. O gozo de André, explodiu em sua bunda, muito quente e grosso, em jatos fortes. “Não... Mãe!”- ele gemeu. A porra do filho melou a boceta e as pernas de Marta. O resto escorreu por cima do sofá, respingando nas almofadas. Quando enfim cessou de gozar, ele esfregou o cacete nas polpas da bunda da mãe, rindo.
"Ah, André... Isso vai lhe custar alguns dias de castigo! Eu nunca vi alguém ejacular tanto.”- ela disse, limpando o sofá melado de esperma com a camiseta do filho.
Marta admirou o cacete do filho que amolecia, saciado. Ela arrumou o vestido e levantou-se. Delicadamente acariciou o rosto do filho, dizendo: "É melhor você ir. Seu pai deve estar irritado. Aliás... há algo que eu preciso lhe dizer."
O olhar de André continuaram fixos nos olhos da mãe, enquanto ela continuava a falar. "Foi você quem começou este jogo entre nós e mesmo sendo um pecado, eu permiti que isso acontecesse. Agora que temos um segredo, eu sugiro que você explore os seus limites".
André não disse nada, simplesmente sorriu. Ele tentou segurá-la pela cintura, mas Marta se esquivou, indo pra trás e dançando. Estava brincando com a cara do filho. "Anda logo, André! Vai se trocar antes que seu pai apareça."- ela disse, empurrando o filho para fora da sala.
Marta pegou a camiseta do filho e começou a limpar suas pernas e ajeitar as almofadas no sofá. Quando ouviu a porta abrir atrás de si, jogou discretamente a camiseta para baixo da mesa de centro da sala.
"Pelo Amor de Deus, Marta! Desse jeito eu vou acabar perdendo o vôo. Cadê o André?"– Jorge perguntou irritado, enquanto empurrava a porta.
"Calma, querido! Ele não estava conseguindo encontrar os documentos dele. Não brigue com ele, a culpa foi minha. Eu guardei a carteira dele em outro lugar"- ela mentiu.
"Tudo bem, mas diga-lhe para andar logo. O trânsito deve estar péssimo."- Jorge saiu resmungando e antes de bater a porta ainda disse a Marta; “Seria bom se esse menino tivesse um pouco da minha responsabilidade”.
Marta riu e respirou aliviada, para depois sussurrar: "Em compensação ele é muito mais tesudo e gostoso que você!".
Um minuto depois, André voltou para a sala, pronto para sair. "Pelo jeito o velho já veio aqui reclamar da minha demora, não é?" ele perguntou, rindo.
Marta sorriu e deu um passo em direção ao filho, colocou os braços em volta de seu pescoço e deu-lhe um beijo nos lábios.
"É melhor você sair daqui e levar seu pai ao aeroporto antes que eu resolva despertar esse brinquedinho novamente."- Marta sorriu para o filho e alisou novamente o cacete dele por cima da calça.
André abriu um largo sorriso para a mãe, deu-lhe um beijo carinhoso e saiu apressado.
Marta ficou olhando pela janela enquanto o carro descia a rua. Quase inconsciente, ela colocou uma das mãos entre as pernas, afastou a calcinha, molhando o dedo na boceta. Excitada, buscou o clitóris e começou a estimulá-lo com o dedo médio. Deu um sorriso sacana enquanto assistia o filho e o marido sumirem de vista.
Fechou as cortinas e virou-se fazendo o caminho de volta para o quarto. Subia as escadas imaginando o que aconteceria no restante do dia.
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