Tudo começou com um joguinho de desafio, mas meu irmão e meu primo ainda assistiam surpresos enquanto eu chupava o cachorro.
O que se faz aqui, de algum jeito, e em alguma hora, a gente acaba pagando. Se não com a mesma moeda, como dizem, talvez com a mesma ironia. Tipo uma daquelas piadas que contamos sobre os outros, e de repente acontéce igualzinho com a gente.
Tendo se passado uma semana desde a nossa última visita ao sítio, eu já estava com saudade da jaqueira. Depois de sermos flagrados pelo nosso primo, surgindo disso uma deliciosa combinassão de prazer e novas descobértas, eu e meu irmão passamos aquela semana com o tesão à flor da péle. Acho que nunca transamos tanto. Mesmo de dia, quando surgiu a oportunidade.
Quando a minha mãe me perguntou se queria ir com ela ao cabelereiro, aquela foi a minha chance, e depois de uma desculpa qualquer, fiquei só esperando o barulho do carro saindo da garagem. E quando ela finalmente foi embora, eu já estava tirando a roupa, em cima do meu irmão.
— A gente podia fazer diferente hoje! — eu jogava de lado a blusa, metendo a mão no seu shorts em busca do seu pau. — E acho que eu sei o lugar perfeito!
Depois de me livrar de toda a roupa, e tendo feito o mesmo com meu irmão, ele já tava de pau duro. Mas aquele dia eu queria que ele me comêsse num lugar especial. A gente já tinha feito em cima da mesa do escritório do nosso pai, e acho que acabamos deixando lá uma prova do nosso crime, como uma gotinha de porra. Mas a minha fantasia era um lugar especial. E agora que a oportunidade surgiu, não dava pra desperdiçar.
Já sentindo o tesão que me invadia, eu fui saindo pela porta, e ele veio atrás de mim. Andar pela casa nua em pelo era um dos prazeres de estar sozinha com meu irmão, com a casa só nossa. Mas o meu destino aquele dia foi o quarto dos meus pais. Transar na cama deles era o que eu planejava há tempos, e de um pulo eu subi e, deitando de pernas abertas, toda oferecida.
— Ai, papai! Tô toda molhadinha só pra você! — eu provocava ele, que me olhava com o pau apontando pra mim.
— Deixa eu ver se tá mesmo! — ele metia o dedo na minha xana, me fazendo gemer.
— Se quiser me comer, vai ter que me chamar de mamãe! — eu sussurrava no seu ouvido, pegando no seu pau.
— Não acredito que tá toda molhadinha pro seu filhinho, mãe! — ele se metia entre as minhas pernas, lambendo o dedo.
— Me fode logo de uma vez, vai papai! — e me agarrava nele, me deixando penetrar. — Diz que sempre quis me comer e me chupar toda!
— Eu sempre quis meter no seu cu! — ele suspirava ofegante. — E também dar uma mordidinha no biquinho do seu peito, só pra te deixar maluquinha!
Enquanto me fodia, meu irmão sussurrava todo tipo de sacanagem, como se tivesse mesmo metendo na nossa mãe. E me surpreendia descobrir que ele parecia mesmo estar sendo sincero, não apenas mexendo comigo, entrando no espírito da brincadeira. Por minha vez, eu deixava aflorar todo o meu tesão reprimido de provar o piroca do meu pai, o que é claro eu nunca tive coragem de dizer.
— Ai, pai! Ta me fazendo gozar! — eu gemia mais forte, sentindo o pau do meu irmão todinho dentro de mim.
— Também tô quase gozando! — ele continuava metendo.
— Ai, papai! Goza na minha boca, vai! — eu fazia uma voz de putinha, provocando ele.
Até que, num gesto rápido, ele tirou seu pau de mim e, de joelhos à minha frente, começou a bater uma punheta. E antes mesmo que eu pudesse abocanhá-lo, num forte gemido ele lançou aquele jato de porra na minha cara, me lambuzando toda com o seu leite, que me escorria pelo rosto, me fazendo esticar a língua em volta da boca pra lamber o que podia.
— Goza dentro de mim na próxima, quem sabe eu acabo engravidando de uma vez! — e ele sorria pra mim.
Depois, fomos pro banheiro e debaixo do chuveiro, enquanto sentia o seu pau roçar na minha bunda, meu irmão me beijava com as mãos por todo o meu corpo. E não demorou pro seu pau dar sinal de vida e mais uma vez ele estava me fodendo sob a água morna. Enquanto metia no meu cu, ele me mantinha contra o azulejo, dando uma estocada e mais outra, até finalmente gozar dentro de mim.
Na cozinha, enquanto fazíamos um lanche, sentados na mesa de frente um pro outro, nós mais parecíamos um casal, que de fato irmãos. Mais do que foder à vontade, poder andar pela casa completamente nus era o que me dava ainda mais tesão. Sentar ao seu lado, ao mesmo tempo em que eu já queria o seu pau duro de novo, fazendo uma punhetinha, era uma sensação de liberdade incrível.
E tão logo o seu pau já estava de novo apontando pro teto, eu me ajoelhava diante dele, abrindo bem a boca e chupando meu irmão como meu homem, querendo dessa vez o que me faltava. Então, surpreendida pelo jato quente do seu leite no fundo da garganta, eu bebia toda a sua porra, saciando o tesão de poder chupar o seu pau, como se duas crianças peladinhas ali na sala.
E, por fim, deitada no tapete de pele dos meus pais, eu abria as pernas e chamava ele pra vir meter a cara e dessa vez me penetrar com a língua, me chupando e lambendo todo o mel que me escorria, me fazendo gemer gostoso enquanto segurava a sua cabeça.
Nesse instante, os passos do outro lado da porta, e o barulho de chaves era o que nos despertava num susto, pra nos levantarmos e irmos correndo pro quarto. E logo que o barulho da fechadura enchia a casa, sendo girada a massaneta, lá estava de volta a minha mãe, sem nem saber o que rolou ali no seu tapete pouco antes.
Os dias acabaram passando bem rápido e quando chegou o fim de semana acordamos cedo pra ir pro sítio, como sempre. A única diferença era que a gente já não estava mais sozinhos debaixo da jaqueira. Meu primo logo veio se juntar a nós, numa cumplicidade que de repente parecia já estabelecida entre nós. Mas dessa vez eu teria uma surpresa.
Como na outra semana eu havia convencido os dois a fazer a minha vontade, não poderia escapar da revanche deles quando os dois me fizeram aquele desafio. E como eu era uma garota um tanto teimosa, acabei aceitando, talvez mais pra não dar o braço a torcer aos dois.
Além de alguns bichos, havia no sítio um labrador de pêlo meio alaranjado chamado Cenoura. O nome veio de uma história que contavam de que quando era um filhote ele adorava roubar cenoura pra roer.
Volta e meia vindo ficar com a gente debaixo da jaqueira, o Cenoura de repente parecia ter os sentidos atiçados, já que eu havia tirado a calcinha. E enquanto o meu irmão me fodía com o dedo, eu batía uma punhetinha nele. Mas o safado do Beto veio e fez aquele desafio, passando a mão no pêlo do cachorro.
— Queria ver se tem coragem de chupar o Cenoura! — ele sorria com aquele brilho nos olhos.
Ao lado, como que farejando o cheiro de sexo, fosse no pau do meu irmão ou na minha xana exposta, o Cenoura abanava o rabinho pra gente. E, pra minha surpresa, o meu irmão parecia ter a mesma espectativa; como se ver sua irmã chupar um cachorro fosse algo mais excitante que ser ele mesmo chupado.
Claro que eu ainda quis desistir, mas a tentação de provar que ele estava errado foi maior, e eu acabei aceitando a aposta. Meu primo então fez o cachorro levantar, e nem foi preciso muito pra deixar ele excitado. Assim que eu segurei o seu pau, aquela cabecinha de um vermelho intenso foi saindo, e enquanto ele abanava o rabo, mais o seu pau crescia, saindo todinho pra fora.
Ao me abaixar e estender a língua pra provar, o gosto estranho me encheu a boca, mas, num movimento do bicho eu já o tinha engolido. E quando comecei a chupar tanto o bicho se excitava quanto eu me enchia de tesão, deslizando a língua por toda aquela carne vermelha, abocanhando de novo e sentindo no fundo da garganta.
Limpei a boca com as costas da mão e quando olhei, os dois tavam de pau duro, igual o Cenoura, meio que sem acreditar. Mas a minha satisfassão diante da cara deles não durou muito, porque os dois de repente pareciam ter tido a mesma ideia e me olhavam de um jeito desafiador, pra ver se eu ainda teria coragem o bastante.
Engraçado, aquilo nunca me ocorreu, e naquele tempo eu não sabia que mesmo entre casais podia ser mais comum do que imaginava. Mas ainda não estava disposta a dar o braço a torcer aos dois, e acabei aceitando mais aquele desafio. E como da outra vez, nem foi preciso muito, com o Cenoura já de pau duro, e eu já estava sem calcinha mesmo.
Quando eu fiquei de quatro e puxei a saia, deixando esposta minha buceta já toda molhadinha, o cachorro colou nela o focinho gelado e cheirou, me arrepiando toda. Em seguida, ele começou a me lamber, me fazendo suspirar com a sua língua pelo meu grelo. Mas assim que ele montou em mim, e eu senti o seu peso apoiado nas costas, foi como que um choque ser de repente penetrada por ele.
O bicho ainda meteu umas duas vezes, pra finalmente acertar o lugar. E quando ele começou a me foder eu perdi a respiração, sentindo o seu pau me chegar no fundo da minha xana a cada estocada que ele dava. Por fim, aos poucos eu fui pegando o jeito de como ele metia e comecei a gostar, levando a mão entre as pernas e sentindo o meu grelo durinho.
Enquanto batia uma siririca, sendo fodida pelo Cenoura, eu gemia e acho que já tinha tido uns dois orgasmos, querendo que aquilo nunca terminasse. Mas o meu irmão, que parecia tão ecitado quanto eu, não se conteve mais e, com o pau na minha cara, me ofereceu pra eu chupar, e eu não pensei duas vezes.
Estava agora sendo fodida pelos dois lados, por trás pelo Cenoura, e pela frente pelo meu irmão. Ao mesmo tempo, o Beto se metia de lado pra tocar no meu grelo, me fazendo gozar de novo. E por falar nisso, na mesma hora em que o cachorro gozou dentro de mim, eu senti a boca cheia da porra do meu irmão, que continuava metendo, suspirando e gemendo, depois seu pau foi ficando todo mole na minha boca.
Depois, ele caiu de joelhos à minha frente e veio me beijar, enquanto o Cenoura lambia da minha buceta o restinho do seu gozo que tava me escorrendo. Com aquela cara de admiração, meu primo sorria pra mim e a gente dividiu um beijo a três, com ele ao mesmo tempo batendo uma punheta no meu irmão e me fodendo com o dedo.
Naquela noite, no seu quarto, a gente continuou se comendo e se chupando, os dois ainda admirados com a minha façanha e eu ainda com vontade de chamar de novo o Cenoura. Enquanto o meu primo metia na minha xana, eu agarrava a bunda do meu irmão, que metia no cu dele, e me beijava, ora se virando pra beijar o meu irmão. Depois os dois inverteram e eu assistia a tudo, com dois dedos metidos na buceta. No final, eu me virei e fizemos um meia nove. E enquanto o meu irmão gozava na minha boca, eu me enchia de tesão vendo o meu primo encher o seu cuzinho de porra. Depois, vencidos pelo sono, fomos dormir meio agarrados, e eu já ansiosa pelo dia seguinte, dodinha pra ficar de quatro e sentir o Cenoura me foder de novo.


