Traí Meu Esposo no Carnval

Águas Claras, Rio Grande do Sul, BR

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Descrição

Trai o Esposo no Carnaval

Enfim tive uma festa diferente, porque o meu esposo bebe muito e sempre arruma confusão nas nossas comemorações; sem falar, que tem a mania de me dar machos, embora eu nunca tenha o traído. “Palavras repetidas muitas vezes, podem atrair coisa que nunca imaginamos”.
A minha primeira transa com outro homem aconteceu nesse carnaval (2023); já que todos os anos vamos comemorar na praia (não posso citar o nome para por questões de preservação do meu casamento). De maneira que esse ano enfrentamos muitas dificuldades para encontrar uma casa para alugar, tendo em vista que procuramos sempre em praias diferentes para não ficar uma rotina. Mas, quase desistindo de viajar; no entanto, encontramos um local pequeno com apenas dois quartos, sala, cozinha, um banheiro e uma garagem que dava para guardar três carros, conseguimos acomodar quatro famílias, somando 18 pessoas. Porém, fizemos um grande dormitório na garagem, tendo em vista que todos eram familiares e não havia o menor problema.
Na primeira noite, eu estava um pouco chateada porque o meu marido Ailton (nome fictício), começou com os chiliques dele, como muita raiva fui me deitar ainda cedo, enquanto todos haviam saído para uma festa na praça central da cidade, permanecendo apenas o Ailton muito embriagado, juntamente com um pescador, que bebiam e jogavam conversas fora.
Quanto a minha pessoa, julgando que estava sozinha naquela garagem escura, com muitos colchões no chão, tirei a minha roupa e comecei a passar um hidratante na pele; mas, foi grande a surpresa ao ver o Tales (meu cunhado), que estava deitado bem próximo a minha pessoa, e ele tomado pela safadeza, falou baixinho que eu era linda, e sempre teve o desejo de transar comigo, e não era atoa que ele se masturbava pensando na minha pessoa.
Confesso que fiquei estática, envolvida pelo um grande temor, sentindo um enorme arrepio que começava na parte inferior da coluna, e terminava levantando todos os meus cabelos, semelhante ao sentimento de ver algo sobrenatural; no entanto, o Tales, com muito esmero e movimentos lentos, deixou-me naquele colchonete, e praticando um sexo oral, algo que o meu esposo tinha nojo. De maneira que a sua língua macia, penetrava nos meus pequenos lábios e culminava com uma sequência de beijos e lambidas no clítoris, gerando o meu primeiro e longo orgasmo.
Não suportei a pegada daquele tarado, gozei como uma cadela no cio, de maneira que fiquei deitada quietinha, olhando para o corpo jovem e escultural do meu cunhado; pensando que havia terminado aquela rápida festa de volúpia; mas, cometi um engano, porque passado cinco minutos, ele iniciou uma nova investida beijando os meus pés, e chegando nos mamilos fez um tipo de massagem com a sua boca, e por fim estávamos com as línguas completamente entrelaçadas; em algo mui prazeroso, de forma que ele penetrou com o seu pênis dentro da minha xoxota, me abraçando e com as mãos puxando e abrindo cada parte das minhas nádegas, como se quisesse rasgar o meu corpo em duas partes; de maneira que eu nunca havia provado algo igual, uma vez que o Ailton era travado para essas investidas durante o sexo. Em contrapartida tenho certa vergonha de falar; mas, vou revelar que o meu cunhado no ato final da nossa transa, chegou ao ponto de introduzir o seu dedo no meu anus, de maneira que fiz o mesmo com ele, e tudo culminou com um grande gozo entre ambos.
Havíamos feito uma ampla loucura, todavia não posso dizer que estou arrependida, porque fora a minha primeira grande relação sexual em toda a vida. Por fim, o Tales saiu por uma porta que dava acesso a casa e se deslocou às escondidas para a festa na praia. Quanto a minha pessoa, dormi muito naquela noite, acordando no outro dia com o Ailton meu esposo chamando para ver o nascer do sol; momento que ele me levou para dentro da praia e transou comigo, e confesso que gozei muito, não porque estava com marido, e sim, pensando na noite anterior com o meu cunhado.
Durante os três dias na praia encontrei diversas oportunidades, e em todas elas transei novamente com o Tales (cunhado); só que estou com um pequeno problema. As minhas regras estão atrasadas, e se estiver grávida não sei de quem será o filho? Tendo em vista que o meu esposo gozou três vezes dentro de mim, e o meu cunhado derramou um longo jato de esperma cinco vezes na parte mais profunda da minha vagina .
A sorte é que os dois são muito parecidos, e não dará para contestar, a menos que seja feito um exame de DNA.
Sei que a traição é um ato frio e covarde, e não posso me orgulhar de ter cedido. Todavia, preciso de uma palavra dando orientação.

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A/C de Fernanda

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