Despertar sexual com o meu tio III

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Descrição

Estávamos no 2º dia da nossa viagem. Passei o dia entre a piscina e o salão de jogos e o meu tio na sua formação.

Há noite saímos para jantar, mas eu continuava apreensiva por causa das minhas dúvidas sobre o que se teria passado na noite anterior e que eu tanto custava a lembrar. O meu tio percebeu o clima e perguntou na maior inocência se eu estava aborrecida com alguma coisa. Eu fiquei sem jeito para responder. Não dava para dizer "eu acho que ontem à noite você me tocou e me lambeu durante horas" ou perguntar "sabes quantas vezes me vim na tua boca?". Como poderia se tudo parecia um sonho, distante e louco? Enfim, fiquei-me por um "tive pesadelos a noite toda e sinto que dormi mal".

O meu tio disse que eu não sabia beber e que por falta de prática tinha passado mal. O melhor seria trocar o refrigerante por um copo de vinho e pediu um copo extra, para que o acompanhasse a beber durante o jantar. Bebi dois copos de um vinho rosa e não só gostei como comecei a rir por tudo e por nada.

Depois do jantar, fomos passear na feira. Andámos de carrocel, carros-de-choque, comboio-fantasma e comemos algodão doce. Estava tão divertida que esqueci todas as preocupações e convenci-me que não havia razão para teimar com o que teria sido um sonho.

Já no apartamento, o meu tio perguntou se já tinha experimentado um cigarro e eu respondi que sim. Então me convidou para fumar com ele, um cigarro feito a partir de outro e que se misturava com qualquer coisa queimada. Era um charro, mas eu só soube exactamente o que era anos mais tarde.

Os primeiros minutos foram de muita tontura, mais parecia uma zombie. Depois, já ria de tudo, sobretudo quando o meu tio me fazia cócegas. A dada altura, ele disse que eu precisava de relaxar para não dormir tarde e ofereceu-se para dar uma massagem. Eu nem precisei de responder, pois o meu tio foi preparando tudo, inclusive o ambiente, com pano no candeeiro, velas aromáticas acesas. Enquanto preparava tudo, atirou-me uma tolha e mandou-me tirar a roupa, dizendo:
_Vamos fazer isto bem!

Os primeiros minutos da massagem foram super normais, mas na verdade eu estava muito agarrada à toalha. O meu tio reparou e disse que para fazer como deve ser, tinha de esticar-me, pois estava tensa e encolhida. Mandou-me colocar-me de pé e agarrá-lo pelo pescoço, virada de costas para ele. Sem mãos a segurar, a toalha caiu no chão e eu fiquei completamente nua. Sem hesitar, o meu tio deitou-me e retomou a massagem, enchendo o meu corpo de óleo. Ainda tentei virar-me de barriga para baixo, mas o meu tio não deixou.

A dada altura elevou as minhas pernas e ficou a olhar, enquanto me oleava as coxas. A seguir, com a voz mais rouca que alguma vez tinha escutado, disse-me que me ia vendar os olhos e que me deixasse ir, como boa menina que era.

Com uma gravata vendou-me. Segurando-me na cabeça, deu-me a beber do seu gin tónico (eu fervia, excitada pelo medo do desconhecido, que sentia ilícito). Ainda tinha os lábios molhados quando os beijou. A seguir foi descendo, beijando-me no pescoço, enquanto os dedos dançavam demasiado perto... Voltou a elevar-me as pernas, abrindo-as e recolhendo-as o mais possível (parecia um frango de churrasco). Antes que pudesse dizer qualquer coisa, senti que soprava sobre os pelos do monte de vénus e a sua língua atingiu-me como uma chicotada.

Estava frenética, mas não o queria beijar, nem tocar. Ele lambia-me como se me fosse engolir.

Perdi noção dos minutos, assim como das posições em que me colocou só para me lamber. Quando todo o meu corpo arqueava descontrolado, ele levantou-se, puxou a minha cabeça para fora da cama (que fazia as vezes de uma marquesa), mandou-me a abrir a boca e penetrou-a.

Fiquei confusa, mas o meu tio exigiu um "lambe-me" e eu lambi. E quando me pediu que o mamasse, eu o chupei. Ele grunhiu, abriu-me as pernas e retomou o que antes me fazia. Toda eu tremia, a voz, presa, reclamava baixinho. As ondas de calor impuseram um ritmo convulsivo ao ventre e eu vim-me, uma, duas vezes. Toda eu tremia, quando o meu tio se retirou da minha boca, me puxou para fora da cama e empurrando os meus braços para baixo, colocou o pénis entre as coxas, mexeu-se algumas vezes e ejaculou.

Continuei de olhos vendados, enquanto o meu tio me lavou e me colocou na cama para dormir. Senti o seu corpo nu de encontro ao meu. A cama rodopiava sem parar e ele sussurrava ao meu ouvido: quero a tua cona outra vez!

Antes de apagar completamente, tenho a noção de o ver afundado entre as coxas, penetrando-me com a língua, enquanto o polegar desenhava um circulo no meu cu.

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(continua)

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