Transava com o meu cachorro

Água Doce do Norte, Espírito Santo, BR

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Descrição

Meu macho era um pastor alemão

CV
O meu conto é verídico, e acontece com muita frequência com diversas pessoas; embora as mesmas tenham receio de contar. Mas estou aqui para testificar que somos frágeis e mal amadas.
Meu nome é Celeste (fictício), e nasci no interior sofrendo todas as dificuldades que as moças de família enfrentam diante o desejo de arranjar um esposo e casar tendo uma vida singela dentro da normalidade.
Contudo, os homens estão ficando uma espécie em extinção, de maneira que uma parte deles estão sendo atraídos pelo relacionamento homoafetivo; outros não querem casar, um parte desejam casar para ser sustentado pelas mulheres; restando uma pequena fração que são tomados às pressas pelas mais espertas e essas conseguem constituir uma família.
Quanto ao meu caso, por não ter a felicidade de ser agraciada por um homem ao meu lado, e ficando adiantada em idade, sendo abrasada todos os dias com um desejo lancinante de fazer sexo, e ter um pênis grosso e gosmento no meio das minha penas, me labuzando e preenchendo todo o meu ser feminino; todas as noites ficava refém dos meus dedos mágicos, que com muito esmero e dedicação colocava no meu clitóris e friccionava compulsivamente em um frenesis que promovia orgasmos de tirar o folego. Mas, quando voltava a realidade, era apenas a minha mente sonhadora que promovia imagens dos homens mais belos da cidade, e na utopia da imaginação, todas as noites fudia com um macho diferente; e isso gerava uma grande depressão e insônia logo após gozar na solidão do meu quarto frio e escuro.
Como a vida nos promove eventos traiçoeiros, uma determinada ocasião quando estava nua de pernas abertas em uma prazerosa masturbação, senti uma língua pegajosa e quente no meio da minha buceta, e em um ímpeto de regalo gozei copiosamente, e o meu corpo estremecia como uma convulsão; e tomada de uma energia gostosa que vinha de dentro do meu ser, soltei um gemido sem pudor; que ecoou no silêncio da noite: Aaaaaa, hummm. Fiquei com as pernas trêmulas e a vagina liberando um líquido quente e viscoso que era bebido por aquela língua misteriosa que aparecerá no escuro.
Quando passou a embriagues dos orgasmos, entrei no mundo real, e com muito temor, fui lentamente ao local que ficava o interruptor, para acender a luz, sendo assolada por um temor sobrenatural, pois imaginava: “Quem estaria comigo naquele quarto; seria um ladrão, alguém do outro mundo ou até mesmo um parente que conhecia as intimidades da casa?”
Foram os segundos mais eternos da minha vida; e por fim apertei o interruptor para acender a luz e deparei com o meu cachorro pastor alemão deitado na minha cama. Na época estava somente em casa, eu, meu velho pai e o meu cachorro, que por descuido não percebi que o mesmo estava dentro do quarto.
Como era uma pessoa muito religiosa, fiquei com sentimento de culpa e durante aquela noite, rezei o terço diversas vezes pedindo perdão a Deus. Mas, durante o outro dia aquele pensamento infame tomava a minha mente e desejava novamente um sexo oral para tirar todo aquele desejo de mulher que consumia a minha alma ao longo dos anos, já que era moça velha.
E depois de três dias, fui consumida por uma tentação sobre humana de realizar aquela fantasia novamente, e naquela noite, deixei o meu cachorro entrar no quarto, e percebendo o silêncio predominar na casa, comecei a pegar no pênis do animal, que logo expôs o seu pênis que na minha medida era de 16 cm, fino semelhante a um batom. Como mulher percebe dimensões em automaticamente, calculei que aquela vara dura avermelhada e lubrificada entraria sem causar grandes estragos; só que nunca imaginaria o que aconteceria depois.
O pastor alemão estava totalmente excitado, dando umbigadas no ar, e fiquei na posição primitiva de quatro, quando em um instinto natural o meu amante animal me varou com aquele cacete lustroso, evento que desencadeou na minha primeira gozada com um penis na vagina. Todavia, o animal continuava enfiando dentro de mim sem parar, e com inesperadamente senti uma grande dor como se um balão de ar estivesse sendo inflado dentro de mim; foi uma tortura lancinante, de maneira que sentir o meu útero abrindo-se como uma terra fendida no abalo sísmico de um terremoto.
Percebi que sangrava, mas logo o prazer tomou conta da minha buceta, e gozei muito forte, atirando o cachorro para longe, como um vulcão que entra em erupção e as suas larvas quentes e vermelhas saem dos seu profundo abismo derramado ao redor em um festival de calor, destruição e ao mesmo tempo beleza inexplicável. Fiquei inerte sobre a cama, sangrando e sentindo todo o meu corpo vibrar, esperando uma nova penetração.
Os sentimentos eróticos foram passando e olhei para o meu cachorro, percebendo que havia uma grande bola no meu do seu pênis, que era semelhante a um botão da flor do ópio, então descobri que quem havia estuprado a minha virgindade havia sido aquela glândula irreverente.
Ao amanhecer, senti uma forte coceira vaginal, e um mal cheiro no muco que escorria pelas minhas penas, e comecei a fazer tratamento às escondidas, de maneira que sempre viajava para outras cidades em busca de antibióticos e cremes vaginais.
Comecei a estudar sobre o assunto, e adquiri um diafragma contraceptivo, e durante muito tempo transei com o meu cachorro todas as noites, e às vezes durante o dia quando ficava sozinha em casa.
Mas como todo romance tem o seu preço, passei a ter problemas psicológicos sérios, além de uma voz que ecoava na minha mente, dizendo: “Está errado”.
Confesso que queria ser uma pessoa normal e ter um homem como as outras mulheres; de certa maneira, melhor seria que eu fosse uma prostituta e transasse com outros homens; mas o meu aprendizado errôneo na minha religião que tem as suas bases na sexualidade firmada na idade média, causou um grande prejuízo na minha vida, que levada pela vergonha de entregar a minha virgindade a um homem, cometi a loucura de ser penetrada por um animal.
Não sinto nenhuma alegria em contar como gozei com a primeira penetração de um pênis de animal, e que o mesmo foi a perversão da zoofilia. Mas, essa é a minha história, e não tem como mudar, apenas amenizar os impactos procurando ajuda na DASA (Dependentes de Amor e Sexo Anônimos) e CASA (Compulsivos por Amor e Sexo Anônimos que tem o seu portal na missasoamerica com br).
Nem tudo está perdido, ainda existe solução para sua vida caso esteja sendo atraído(a) pela zoofilia, como aconteceu comigo.

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