Descrição
Ele andava sempre por ali a querer conversa, a tentar mudar o rumo das conversas quotidianas para cenas mais íntimas, quase como se não nos conhecêssemos, mas não era gajo para se chegar à frente e dizer qualquer coisa como “tenho saudades tuas” ou “já não passo sem ti” ou “quero que me chupes agora” ou mesmo “se não te fodo hoje, morro”. Eu teria apreciado a frontalidade embora não me desagrade a subtileza da corte. Eu também já estava cansada de chegar a casa e resolver à mão aquilo que não conseguia resolver com ele. Já não me chegava sonhar com ele, deitar-me na cama, sozinha deslizar a minha mão para dentro da roupa interior e tocar-me, imaginando que eram os dedos dele que me penetravam e que me faziam estremecer. Sentia muita falta de sentir o toque dele e de o fazer vir na minha boca.
A pensar nisso, no final da manhã, entrei na sala dele e disse-lhe: precisamos de falar! Ele respondeu: bom dia para ti também, quem é que tu pensas que és para entrares aqui, assim, com essa conversa?! Então eu pedi-lhe que me ouvisse porque eu só queria dizer-lhe que sentia a sua falta e ele, sarcasticamente, quis saber o que me fazia mais falta, então contei-lhe a parte que ele queria ouvir, contei-lhe que quando chegava a casa ficava deitada sobre a cama e imaginava a língua dele na minha boca, a boca dele no meu mamilo e a mão dele a deslizar para dentro das minhas calças. Nesse ponto ele mandou-me parar e sentar-me na cadeira em frente à cadeira dele. Agora mostra-me como fazes quando pensas em mim, disse ele e eu sentei-me, levantei a saia e deslizei a minha mão para dentro da minha lingerie preta em seguida afastei-a e deixei-o ver como acariciava o clitóris com os dedos durante uns momentos, levantei a blusa, afastei o soutien e passei os dedos pelo mamilos que ficaram duros, depois comecei a descer os meus dedos até à entrada da vagina e penetrei-me com dois dedos enquanto gemia, a minha vagina brilhava da humidade quente que escorria de dentro de mim. Vês como preciso de ti? Disse-lhe eu. Ele abriu o fecho das calças e tirou para fora o pénis já a ficar duro, começou a masturbar-se também ali à minha frente, a mão dele subia e descia, da base até à cabeça que ficava vermelha e grande. Anda cá, disse ele e eu fui de joelhos e mãos no chão, percorri a escassa distância que nos separava, ajoelhei aos pés dele. Queres? Perguntou ele, sim respondi. Queres mesmo? Gostas? É disto que sentes falta? Então chupa-me, mostra-me que realmente queres que o meta na tua cona. Comecei por segurar-lhe o pénis com as duas mãos enquanto chupava a ponta, sem desviar o meu olhar do dele. Ele começou a ficar impaciente, então fui chupando até ao fundo, tirei-o para fora e lambi da base até à ponta enquanto continuava a massajá-lo com uma mão a outra segurava-o pelas bolas. Atenta aos seus gemidos parava durante uns segundos quando o sentia perto do fim, até que me levantei e sentei-me no colo dele com as pernas sobre os braços da cadeira dele, beijei-o enquanto com a mão segurava o pénis e com ele massajava o meu clitóris, subia e descia o meu corpo de modo a que a ponta do pénis deslizasse do clitóris até à entrada da vagina, ele não resistiu muito tempo e penetrou-me só de uma vez até ao fundo, eu apoiei-me nos braços da cadeira e continuei a subir e descer escorregando no pénis enorme e duro. Sentia-o respirar no meu peito, ele começou a lamber e trincar os meus mamilos e eu senti o meu corpo explodir em ondas de prazer enquanto descia sobre ele. Fiquei ali por uns segundos enquanto espasmos involuntários percorriam o meu corpo. Agora sai, disse ele, quero vir-me na tua boca, abri a boca, mostrei-lhe a língua e convidei-o a entrar, chupei-o até o fazer chegar ao fundo, ele segurava a minha cabeça pressionando, eu mamava como uma louca, ele gemeu e explodiu na minha boca, engoli tudo e lambi o que ficou nele, até ficar limpinho.
No final, enquanto me vestia e antes de eu sair, ele ainda me disse: sempre que precisares…
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