Nicole

BR

1 ano atrás 238 hits ID #1947

Descrição

Eu estava voltando pra SP depois de um tempo fora do país, logo quando voltei, no primeiro rolê que fiz com meus amigos, uma amiga de longa data reforçou um convite de casamento que ela já tinha feito por mensagem. Seria em duas semanas e ela gostaria muito que eu fosse fotografar, a organização do evento ia dispor de fotógrafo, mas mesmo assim ela gostaria que eu tirasse algumas fotos e já tinha avisado a organização sobre isso. A fotografia já tinha sido minha profissão por um tempo, mas era algo que eu tinha deixado de lado, mas por carinho a minha amiga aceitei. Enfim, as semanas passaram e o casamento chegou. Foi muito bom ver rostos conhecidos que a muito não via, não só rostos, como corpos também. Várias de minhas amigas e conhecidas estavam lá, porém uma me chamou atenção. Nicole sempre foi minha crush de adolescência, sempre foi gata pra caralho, mas agora estava bem mais gostosa, 27 anos, toda durinha de malhação, algumas tatuagens nos braços, seios pequenos, que estavam bem escondidos em um vestido azul com estampas de flores, daqueles decotados, lábios bem carnudos, olhar sensual, cabelo pintado de loiro e um sorriso que é pura sensualidade. -Uau, a quanto tempo não te vejo. Disse ela ao me ver. Dei um beijinho e senti seu perfume, o pau já latejava, mas foi tudo muito breve pois eu estava tirando as fotos, mas confesso que mexeu comigo. A cerimônia foi linda, todos muito emocionados, nisso fomos para a festa, procurei Nicole na esperança de lhe dar uma carona, mas não rolou, fui no caminho tentando me convencer a deixar o tesão de lado e até que consegui, porém só até chegar na festa. Era um clube enorme, desses com piscina e campo de futebol, lá encontrei Nicole novamente, conversando com outros conhecidos, fiz uma social bem rápida pois o dever me chamava, mas agora estava obstinado, eu queria realizar o que meu eu do passado não conseguiu e macetar aquela desgraçada até o talo. Durante a noite fui revezando entre fotografar o evento e trocar ideia com a Nicole, risada vai, foto vem as trocas de olhares foram acontecendo, o álcool subindo, até que em um momento em um bate papo com uns amigos, enquanto eu estava por trás dela , ela puxou meu braço e deixou envolto em sua cintura, sem olhar pra trás e bebendo uma taça de champanhe, aproveitei e encoxei legal, pra deixar claro minha intenção, ela nada disse continuou com o papo, por instinto levei meu nariz a seu pescoço pra sentir seu cheiro e subitamente ergui meus olhos para as amizades que estavam ali no local, que rapidamente entenderam o recado. -Quer ficar sozinho comigo? Ela percebeu. -Nossa sou tão óbvio assim? -Vamos fazer isso sentados então. Sentamos em uma mesa e começamos a conversar, agora com taças de vinhos, rimos muito, falamos da vida nos últimos anos e eu sempre dava um jeito de colocar um pouco de sacanagem no assunto, até que veio o primeiro beijo, nos soltamos e ela riu, agarrei sua nuca com leveza e a puxei pra outro beijo, bem intenso e com minha língua mostrando o que sabia fazer. -Hmm beijo com tesão… -Ué e não é assim que todos devem ser? -Jamais imaginei que você beijava tão bem. - Eu imaginava que você beijava, já imaginei tantas coisas com você. -Ah, é mesmo? Me conta. - Gostaria de mostrar. Respondi lhe dando outro beijo e dessa vez alisando suas coxas. Quanto mais demorado e molhado era o beijo, mais fundo a minha mão ia até encostar na sua bocetinha. -Opa opa, melhor ir com calma aqui no meio do salão. Ela disse. - Pô tô morrendo de tesão, está afim de fazer uma loucura e procurar um local mais reservado por aqui? - Tá bem escuro lá pro lado do campo de futebol… E assim peguei em sua mão e fomos em direção ao campo, chegando lá fomos para trás de uma casinha que eu creio ser onde ficam os vestiários ao lado do campo. Levei direto minhas mãos as carnes tenras do seu rabinho gostoso, ela colocou uma mão no meu rosto e nos beijamos ardentemente, sua bundinha ela deliciosa de apertar enquanto sentia sua língua. Levei meu rosto até seu colo e agora cada uma de minhas mãos apertava um de seus seios pequenos, veio seu primeiro gemido e meu caralho latejava enquanto ela passava a mão nele ainda dentro da calça. Com um sorriso malandro no rosto ela foi se ajoelhando sem parar de olhar pra mim, abriu o zíper bem devagar e ficou esfregando a palma da sua mão sobre a minha cueca box. -Safada… Ela mordia seus lábios carnudos enquanto abaixava minha cueca o suficiente pro meu membro entrar em cena, ele já estava babando e com as duas mãos ela deu uma espalhada ao redor do corpo dele. -Que veias… seu pau é muito bonito. Tirou os cabelos que caiam pelo seu rosto, segurou bem na base e começou a passar a língua na cabecinha. -Ughhh. Ela fazia tudo bem devagar, mas não demorou muito para colocar os lábios para trabalhar junto com a sua língua na cabeça do meu pau, colocou uma mão no chão pra se apoiar e agora mamava mais forte, lento, porém intenso. Por vezes olhava pra mim, soltava meu pau da sua boca e sorria. -Bonita e gostosa. Dava uma leve sacudida no meu saco e voltava a mamar, agora mais rápido e com a mão que não estava no apoio me punhetava bem apertado. Eu só fazia gemer, coloquei as duas mãos atrás de sua cabeça forçando pra frente, ela agora se apoiava segurando minhas coxas e mandando ver pesado no boquete ela conseguia segurar muito tempo na boca antes de parar pra pegar ar, passava a cabecinha nos lábios me olhando safada e depois mandava pra dentro de novo, seus lábios eram macios e quentes e sua língua molhadinha me levava a loucura. Ela agora segurava na base e chupava de cima pra baixo, eu agora só estava com uma mão segurando firme seus cabelos atrás da cabeça, ela deixou um dos peitinhos com a biqueta durinha sair pra fora do decote enquanto se deliciava no meu mastro, a cena ela divina e eu já não me aguentava. -Ni, acho que vou gozar. Ela bem devagar disse -Goza... E voltou a mamar. E logo veio o jato, veio forte, ela sentiu o sabor na boca e colocou uma mão abaixo dos lábios rapidamente para que não caísse em sua roupa, olhou pra mim, piscou pra mim, fechou os olhinhos e engoliu a porra toda. -Cacete, que gozada gostosa. Ela apenas riu, olhando pra mim, ainda tinha esperma em seus lábios, que logo ela fez questão de tirar com a língua. Dei a mão pra que ela ficasse de pé e quando ia segurar o seu seio ouvimos um barulho, alguém estava vindo, não sei se era zelador ou algo assim pois ouvimos um barulho como se alguém estivesse ouvindo música em um rádio. -O negócio ficou perigoso. Disse pra ela sorrindo. - Não dá mais pra gente ficar aqui, mas tô morrendo de tesão. Disse ela arrumando o vestido. -Vamos voltar pra festa, vou dar uma desculpa pra sair me encontra no meu carro. E assim fizemos, voltei pro salão enquanto ela foi ao banheiro se arrumar, logo ela voltou deslumbrante, como se nada tivesse acontecido, me despedi dos noivos, dizendo que não estava me sentindo bem, depois fui até Nicole e peguei seu telefone. -Me espera. Peguei meu carro, no estacionamento estava muito movimentado, não ia dar nada ali, dei a volta por todo o terreno e vi que na área atrás da copa era inóspito e ainda tinha um pouco de luz que vinha do casamento. -Vai ser aqui mesmo. Desliguei o carro e mandei mensagem para ela dizendo onde eu estava. Fiquei do lado de fora esperando e em alguns minutos ela chegou, minha forma de dar as boas-vindas foi agarrar sua cintura e lhe dar um beijo bem forte, virei ela de lado e joguei ela em cima do capô do carro e fui descendo minha mão pelo seu corpo enquanto ela passava as mãos pelas minhas costas e me beijava. Subi seu vestido, e que visão maravilhosa, seu corpo era perfeito, suas curvas divinas, cai de boca naquele umbiguinho, ela estava com uma calcinha de renda branca que logo coloquei a mão por cima e comecei a roçar meus dedos. Ela arfava, fui descendo minha língua até chegar na calcinha, uma coisa linda dessas de renda a gente não tira, só afasta pro lado e nessa hora a descoberta foi incrível, sua boceta carnuda, toda meladinha, os lábios bem grossos apesar do corpo esbelto dela, dei um beijo, uma lambida e logo estava me saboreando naquela boceta maravilhosa. Ela se ajeitava no capô, puxava meu cabelo com as duas mãos e gemia, eu lambia os lábios daquela bocetinha e por vezes sugava de leve o grelo, seu gemido era mais alto sempre que eu fazia isso, alisava suas coxas e sugava seu melzinho. -Me fode gostoso com essa sua língua… Para retribuir aquela mamada gostosa que ela me deu, deixava meu polegar massageando seu grelo bem de leve enquanto minha língua pincelava no mesmo ritmo no meio da sua boceta. -Ahhhhh ainnnn delícia. Agora me colocava a lamber em círculo seu grelinho lindo enquanto meus dedos acariciavam os lábios daquela cetinha molhada, beijava e deixava a saliva esticada, tomava fôlego e voltava a trabalhar bem a boca ali, ela pedia pra eu não parar e atendia, agora lambia bem seu grelinho, enquanto meus dedinhos lá dentro faziam movimentos circulares no seu ponto G. Ela agora estava totalmente entregue. Voltei a ficar de pé, abaixei minhas calças e ela já estava receptiva se abrindo toda deitada no capô do carro, segurei em sua cintura, me debrucei um pouco sobre ela, encaixei o meu pau que já estava latejando de novo bem devagar naquela boceta quente e daí pra frente foi só alegria. Já comecei a fode-la rápido, eu gemia e ela correspondia aos meus gemidos com os seus, agora estava com o corpo ereto, segurando firme sua cintura e socando rápido enquanto via suas tetinhas balançando, o que me dava um tesão forte. -ISSO SAFADO, ME FODE! -Tá gostando? Gosta de ser minha putinha safada que fode no mato? -Gosto, tô gostando muito, respondia enquanto gemia e ria. Agora eu apertava seu seio esquerdo enquanto metia, o bico durinho apontando pra cima recebeu um beliscão. -Aii, assim machuca. Parei meus movimentos e dei uma respirada, nisso ela já virou de barriga pra baixo e apoiou os cotovelos no capô do carro enquanto mordia novamente os lábios. Entendi o recado, levantei novamente seu vestido e agora a visão era daquela bundinha dura e redondinha, peguei, mas peguei firme numa nádega, ela sorriu e enquanto apertava enfiava devagar meu pau pra dentro para fode-la bem gostoso agora de quatro. Novamente comecei com força, não demorou muito para que ela deitasse sua cabeça no capô e começasse a gemer alto, totalmente ao meu dispor, sua bocetinha fazia meu pau deslizar fácil, o barulho molhado do nosso choque de corpos me fazia delirar, comecei a estapear sua nádega direita enquanto fodia, ela gemia mais a cada tapa e eu ficava com mais tesão quando via sua pele vermelha de apanhar, sua boceta chegava a pingar de tanto tesão, foi quando puxei seus cabelos e tentava meter mais rápido. -Assim tá desconfortável. -Vamos para os bancos então. Levei ela para o banco de trás do carro e coloquei os dois bancos frontais o mais pra frente possível, ela ficou com aquele rabinho lindo empinado pra mim e com um sorriso faceiro. Fiquei do lado de fora de pé e agora segurando aquele espetáculo de bunda, coloquei novamente sua calcinha pro lado e voltei a macetar, agora com mais vontade que antes. Ela agora gemia sem parar, era uma loucura, eu só pensava em pôr mais força nas minhas pernas e no meu quadril. Apertava bem aquela raba gostosa enquanto ela levava sua mão ao clitóris e ficava roçando. -Olha pra mim. eu dizia enquanto estapeava sua bunda. Ela apenas sorria olhando pra trás, eu dava tapas e apertões sem controle naquela bunda gostosa, cheguei a puxar com força sua calcinha até rasgar, ela gemia bastante meu nome, me fazendo delirar, não demorou muito para que eu sentisse ela ter um tremelique e eu sentir sua boceta dar um breve aperto mais intenso no meu membro até ela relaxar. -Gozei gato. Puxei ela até mim pelo cabelo para um beijo desajeitado, sentei no banco do carro e trouxe ela para o meu colo e mais uma vez nos prendemos em um beijo ardente, peguei suas tetinhas e dei belos apertos, ela gritava, depois minha língua deu um belo trato naqueles biquinhos redondinhos, mordi, suguei, ela logo ajeitou meu pau na sua bocetinha de novo e começou a rebolar bem gostoso sentada em mim, apenas sorrindo. -Vem gostosa! Agarrei suas nádegas, seus seios agora ficavam à mostra pois as alças do vestido estavam caídas, ela apoiou uma das mãos no vidro do carro e começou a cavalgar bem gostoso ali sentada em mim. -Aiii que deliciaaaaa. Apertava sua bundinha, hora tentava beijar, hora tentava lamber seus seios, ela começou a sentada, mais forte e intensa e eu comecei a gemer também. -Vai vagabunda AHHHHHHH, sentada gostosa do caralho. -Ahhhhhh Ahnnwwwn Hmmmmm aunnnn, que pau deliciosooo! Enfiei um dedo indicador no seu cuzinho enquanto ela sentava, mas não demorou muito, senti aquela bocetinha apertando meu pau com força novamente e pouco depois a erupção veio e leitei gostoso dentro dela. -Gozamos juntos amor, gozamos juntos! Ela disse gemendo baixinho e suando, minha única reação foi pegar mais um beijo gostoso dela. Ficamos ali abraçados curtindo um pouco aquele momento sublime. -Como a gente pode se conhecer por tanto tempo e eu não saber que você fode tão bem? -Sabe como é, sou um menino tímido. -Ah se eu soubesse antes… -Vai precisar de carona? -Não, ainda tenho que voltar ao casamento. -Desse jeito? Toda estropiada e gozada? -Sim, me ajuda? Eu tinha uns lenços de papel no carro que serviram para limpar um pouco dos nossos fluidos, fora isso ela tinha um conjunto de coisas em sua bolsa para retocar a maquiagem, cabelo, tirar o cheiro etc. Em poucos minutos nem parecia que a gente tinha transado. -Vamos nos ver de novo quando? - Tem que ser logo né? Afinal você me deve uma calcinha. Ela voltou pro casamento, nos despedimos e marcamos de nos ver em breve, disso veio uma sequência de vários finais de semana fodendo direto, mas isso talvez eu conte no futuro.

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