Um estranho na minha mão

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Descrição

Durante uma viagem de ônibus entre minha cidade e a cidade dos meus pais, me sentei ao lado de um homem jovem e bonito. Eu tenho mais de 40, sou mãe e ele era pouco mais velho que o meu primogênito. O trecho era longo e cheio de paradas, o que nos obrigava a passar mais de oito horas nesse trânsito. Muito simpático, falou de si, da família...Eu me abri também, contei de mim. Fazia um pouco de frio, era inverno por aqui. A região Sul do Brasil faz muito frio nessa época e logo que a noite chegou tivemos que nos agasalhar. Usei uma manta e ofereci ao meu novo amigo. No silêncio da noite, após um tempo, poucas poltronas ocupadas ao nosso lado, começamos uma conversa indiscreta sobre sexualidade. Falávamos baixinho, suficiente apenas pra nós mesmos. Ficou excitante e fomos nos abrindo. Ele contou da namorada eu dos meus rolos. Em dado momento ele me mostrou uma foto dela. Linda, jovem e bela como um anjo. E naquela processo de passar imagens, acabou revelando algumas da intimidade deles. Pedi pra ver, ele ficou reticente, mas aceitou. Eram fotos que eles trocavam na intimidade. Ele mandava fotos de si tomando banho, vídeos e ela também. Ele nu é um espetáculo. Em troca, mostrei algumas minhas. Nem de longe lindas como as deles, mas ele curtiu, abriu bem os olhos. Abri minhas pernas debaixo da manta e coloquei a mão dele entre meus joelhos, o que o deixou bem a vontade. Logo ele esfregava as palmas nas minhas coxas e eu o incentivava. Deixei que fosse onde desejasse e quando tocou minha calcinha, falei baixinho pra ele que iria tirá-la. Puxei discretamente por baixo da saia e a coloquei na bolsa. O próximo contato foi com a minha xoxota molhada. Busquei o zíper dele, e tirei seu pênis de dentro da calça. Menino graúdo, sadio. Masturbei devagarinho e me debrucei com muita dificuldade sobre o colo dele. Consegui colocar na boca, mas não daria pra fazer muita coisa. Então resolvi arriscar indo para o banheiro do ônibus que estava bem atrás de nós. Entrei, fiquei lá um minuto ou dois e o chamei. Muito, muito apertado e também não deu. Voltamos pra poltrona e continuamos a brincar, mas agora sem grandes pretensões. Quando chegamos ao nosso destino, descemos na rodoviária, estávamos tão a fim de levar adiante que não teve jeito. Pensamos em várias coisas, mas estava complicado. A ideia era um motel, mas não tínhamos carro. Ele falou que na casa dele também não daria, porque mora com os pais. Então fomos para um hotel perto da rodoviária. Era madrugada ainda. Nos hospedamos como "mãe e filho" e finalmente tivemos a chance de nos divertir de forma prática. Tomei um banho com ele, chupei aquele pênis lindo como se fosse uma fruta madura. Ele se segurava nos azulejos pra resistir. Já na cama, ofereci minha xoxota e ele não fez feio na chupada. Dei umas dicas, falei que a namorada dele iria adorar quando ele as colocasse em prática: use o dedinho na hora da chupada, procure o ponto G, isole o clitóris, mas não fique nele muito tempo, varie, chupe tudo com gosto, incluindo as coxas... Ele ia fazendo enquanto eu falava. Quando me senti pronta, me virei, me ofereci. Ele me penetrou por trás. Pênis avantajado, robusto, me fez gozar fácil. Relaxei e o deixei a vontade. Pediu e permiti colocar no meu bumbum. Devagar, orientei. Entrou gostoso, dolorosamente gostoso. Ele curtiu os meus gemidos. Pedi pra não gozar dentro, gosto de sentir o esperma na minha pele. Indico a "marquinha" como o ideal. Ele tirou uns segundos antes, removeu o preservativo e fez o que eu pedi. Mas sabem como são os jovens: melou as minhas costas, meu bumbum, só não melou a marquinha, kkkk. Foi gostoso, arrefecemos, descansamos umas duas horas e o presenteei com um pouco de sexo oral como despedida. Ele gozou novamente com o auxílio de minhas mãos . Trocamos telefones e seguimos nossas vidas.

Comentários 2

Adorei!! por Vanessa 3 semanas atrás

Adorei a viagem , já tive uma muito parecida mas não acaba como a sua. Apenas fiz um boquete até ao final num WC

Comentário por Wilma 3 semanas atrás

Eu até tentei, mas não deu, achei tudo muito apertado. Teria sido uma pena se não tivéssemos ido para o hotel. Um tesouro de rapaz