A JUÍZA E O FILHO GAY

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Descrição

O jovem alto e magro, não devia ter ainda quinze anos, está sentado entre as grossas e longas coxas de uma bela mulher que embora esteja no meio de seus trinta anos aparenta dez anos menos.
A bonita balzaquiana totalmente nua está sentada na beira da imensa hidromassagem, onde o adolescente está dentro. Ela está apoiada nos cotovelos, observando o garoto dando os últimos retoques no que restou dos pelos pubianos. Ele dá a forma de um pequeno raio nos bem aparados pelinhos.
- Téo foi que sugeriu que eu lhe depilasse, mãezinha! Doeu muito quando eu puxei a cera?
- Não muito... Mas estou bem sensível ao menor toque ao redor de meu...de... meu...anus!
- Cuzinho, mãe! Deixa a vergonha de lado! Diga: de meu cusinho maravilhoso!
- Ok, ok, Armandinho! Mas se vamos continuar com esse nosso segredo... não me trata por mãe! Eu me sinto... mal! Nós estamos fazendo algo muito muito errado! Errado demais!
- Eu sei, mãe... quer dizer... Como eu devo tratar voce, mãe?
- Oh, meu filhinho... não faz essa cara assim! As coisas aconteceram e ponto! O que está acontecendo entre nós é errado se... se outras pessoas souberem! De minha parte, eu jamais vou estragar esses momentos maravilhosos que estou tendo com voce e com.. com esse salafrário do Téo! E voce não vai que isso acabe entre nós, dando bobeira de ficar falando por aí, né queridinho?
- Claro, claro, mãezinha, claro! Eu morro mas nunca falarei que nós somos amantes!
- Nem tanto, benzinho! Me chama pelo meu nome ou de querida... de gostosa... de putinha ou algo assim... mas não de mãe ou mãezinha!
- Ah, não gostei de nenhum desses nomes! Pode ser até de Amanda, teu nome, né?
- Então diz: minha Amanda putinha!
- Minha Amanda...juiza! Huuum, que tal de juíza Amanda? Ou melhor de doutora?
- Hãhã, voce gostaria de ser julgada por mim, já que sua mãezinha sem-vergonha é uma juíza conceituada?
- Sim, sim doutora juíza! Me puna... me dê uma punição, por favor!
- Voce é um delinqüente muito perigoso! Sua pena será de chupar a vagina desta juíza até eu disser que pode parar! A penalidade tem de ser cumprida já!

Armandinho que nunca tinha chupado uma mulher até dois dias atrás, teve sua mãezinha como primeira fêmea. E sabe chupar agora com maestria.
Amanda não pára de emitir longos sussurros e gritinhos conforme a língua do filho invade e saracoteia por toda sua vagina.

Quando a mãe gozou intensamente, Armandinho tinha as feições crispadas enquanto se masturbava freneticamente, ainda ajoelhado entre as coxas dela.
Amanda abre os olhos e vê a feliz aflição do filho adolescente que está quase gozando.
- Querido! Queridinho, venha aqui! Traga sua piroquinha aqui! Traga sua tora aqui pertinho da boquinha da mamãe, traz!

O adolescente rapidamente sobe à beirada da hidro e sua mãe o faz posicionar-se de modo que ele quase se senta em cima de seus túrgidos seios.
Amanda sempre fantasiava de ter uma caralho entre seus seios, como vira certa vez numa revistinha pornográfica. Agora ela realiza seu sonho tendo a grossona piroca do próprio filho que ela mesma encaixara entre os seios.

Bastou um minuto para que Armandinho ejaculasse fortíssimo entre o calor confortável dos seios da mãe.
Algumas cuspidelas escaparam da barreira esponjosa dos belos seios maternais indo atingir o pescoço e abaixo do queixo de Amanda.

Armandinho, ainda ejaculando, sente as mãos de sua mãe lhe agarrar fortemente as nádegas e puxá-lo para frente.
O movimento faz com que a rígida piroca venha a ser abocanhada pela boca de Amanda que ainda suga com avidez o restante do orgasmo do próprio filho.

Encontramos agora, mãe e filho se vestindo, conversando sobre o que vem acontecendo entre eles e o terceiro personagem, Téo.
- Por que voce... como voce... puxa! Nem sei como perguntar isso!
- Voce quer saber por que sou gay? É isso?
- Sim! Mas, também como voce conseguiu envolver o safado do Téo? Ele parece ser tão autoritário... e machão!
- Eu descobri um segredo dele. Téo é amante da Erika, sua irmã! E fiz chantagem! E voce, doutora juíza, tão durona, como chegou ao ponto de ser enrabada por ele?
- Não use termos tão chulos, filhinho! Diga: “ser submetida à sodomia por ele”. Bom... ele também descobriu um segredo meu. Sabe teu tio-avô? Ele é meu amante desde que era noiva de teu pai!
- Caramba! E eu que me culpava toda vez que chupava um caralho... quero dize, um pênis!
- Ah, não precisa ser tão formal assim, Armandinho! Só não gosto que voce use esses termos chulos quando se refere a mim, tá bem?

Armandinho ajuda a mãe abotoar o sutiã e pede que ela lhe deixe escolher o que vestir. Fazendo comentários o quanto as roupas dela são austeras, ele a veste com uma blusa e saia que a deixa com aparência mais leve e sensual. Por fim ele lhe faz um pedido.
- Mãezinha, deixa eu... deixa eu... eu vestir... uma de tuas calcinhas?
- Ah, filhinho! Por voce ser gay, não significa que voce tenha que agir como menina!
- Mas... mas, mamãe, eu... eu sou uma menina! Sou uma mulherzinha, mãe! Eu raciocino como menina! Meus gostos e anseios são de menina. Minha alma inteiramente feminina está dentro de um corpo masculino! Eu não sinto atração sexual por mulheres.
- Mas voce se mostrou um magnífico amante comigo! Eu fiquei abalada! Abaladíssima ao ver voce mamando e depois sentando no caralh... cacete do Téo! Depois, quando fui o recheio entre vocês dois, fiquei felicíssima ao sentir o macho que voce era!
- Pode ser... pode ser! Mas eu acho que fui macho porque me excitei vendo Téo, vendo voce dois. Vocês são tão bonitos! E voce mãe... nunca imaginei que tinha esse corpão! E a primeira imagem que vi, foi voce de quatro com essa maravilha de bunda brilhando, chupando o belo pau de Téo que me olhava arrogantemente!
- Então, filhinho! Voce é homem! Voce me comeu!
- Mas, mãe, quando a rolona de Téo não estava em voce... estava em mim! Na minha boca ou no meu cusinho! Não se lembra que voce chupava minha rola e eu chupava a de Téo? Que depois voce segurou a rolona dele enquanto eu me sentava nela e em seguida eu ter quase toda minha piroquinha na tua boca? Mãe, mãezinha! Como eu gozei! Gozei feito louco na tua boquinha e sentindo a rola de Téo estufando meu cusinho!

Amanda ainda resiste a aceitar que seu filho seja inteiramente homossexual. Ela quer acreditar que ele seja bissexual. Os gestos afeminados até que lhe agradam por ser suaves e graciosos. Talvez mais do que os dela própria que se tornaram um pouco bruscos devido a sua postura de servidor público de alto nível. O que lhe incomodava era a maneira de falar e o tom da voz.
- Gozado, mãe! Téo não está aqui e eu me excitei! Tá vendo?
- Hum hum! Gozado é sua pirocona estourando dentro de minha calcinha! Bom... voce tem que se controlar. Pára de pensar no Téo! Eu o odeio, odeio! Odeio porque o safado me transformou numa safada, viciada em sexo! Me transformou numa mãe incestuosa!

Amanda começa a chorar convulsivamente. Seu filho a abraça e lhe diz palavras de consolo.
-Mãezinha, mãezinha! Nós estamos juntas nisso! Eu vou sempre te proteger. Vamos, vamos, se acalme agora. Pense no quanto a rolona daquele safado vai lhe fazer feliz!

Amanda pára de soluçar e levanta a cabeça. O filho lhe beija os lábios apaixonadamente. A rola dele volta a endurecer, apertada dentro da calcinha que está vestindo, mas fazendo volume bastante para que Amanda solte um longo suspiro de prazer ao sentir encostar-se em sua barriga.

Os dois escutam o rosnar do motor do carro se aproximando pelo jardim da mansão onde moram. O beijo é desfeito e Amanda se afasta do corpo do filho. Ele por sua vez põe em ordem a roupa dela.
- Eu queria ficar aqui com voce...
- Não dá, mãezinha, não dá! Papai chegou com ele. Voce sabe que tem que “dar aula” na faculdade e que Téo vai te levar “lá”. Com certeza ele deve estar cheio de tesão por voce!
- Voce sabe que não vou dar aula coisa nenhuma!

A mãe de Armandinho desce a escadaria carregando uma pasta. Téo que estava de pé junto a porta, como ela obrigava que ele assim permanecesse, se aproxima ao perceber que a juíza lhe estende a pasta.
- Sr. Motorista, me espere no carro. Amor, como foi seu dia de trabalho hoje? Vamos pedir um lanche aqui na sala?

O marido de Amanda não entende esta súbita amabilidade dela.
- Amanda, eu quero agora é tomar um banho e relaxar por uma boa hora! Voce vai chegar atrasada à faculdade...

A doutora Amanda não tem saída a não ser ir embora. Téo a espera ao lado da porta do carro. Ela sente um calafrio ao passar por ele quando entra na parte de trás do veículo.
É um misto de medo e ódio, mas principalmente de puro tesão. Ela está ciente que fará tudo o que Téo lhe ordenar.

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