Menina da roça

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Descrição

Erica foi criada em um sítio junto com seus pais e um irmão. Ela ficava cuidando de galinhas e porcos enquanto os pais e o irmão cuidavam da plantação de verduras e hortaliças. Era o modo de sobrevivência deles, vendendo para pessoas que participavam de feiras livres na cidade. A única diversão era ver televisão, na parabólica, é claro, e estudar em uma escola rural que ficava no centro do pequeno povoado, a três quilômetros de onde morava.

Como não havia ônibus escolar, iam sempre em grupos de meninas e meninos que moravam ao longo do trajeto. Mas como tudo era difícil, os anos iam passando e alguns paravam de ir à escola. Até que ficou por perto de onde ela morava, apenas a Júlia, o Pedro, o Carlos, e o Maurício.

Os garotos eram quase todos da idade dela, mas a Júlia, por ter repetido de ano muitas vezes, era bem mais velha, e já passava dos 19 anos e era a mais saliente. Por ter ficado gripada Erica andou faltando alguns dias no colégio, e quando retornou, a Júlia lhe contou, assim sem mais ou menos, que tinha deixado os três garotos meterem na bundinha dela no meio do mato.

Érica ficou abobalhada com os detalhes com que a amiga contava o fato e ao mesmo tempo curiosa. No dia seguinte, estavam voltando do colégio quando, pararam no meio do caminho e adentraram alguns metros para dentro do mato. A Júlia levantou o vestido, tirou a calcinha e ficou de quatro deixando os três meninos ficaram mais excitados ainda e com ela olhando-os, um por um, comer e gozar no rabinho da Júlia. A partir daquele dia, ou melhor, daquela noite, passaram a, pelo menos dois dias da semana, parar no meio do caminho. No início Erica só colocava a mão no pinto duro dos meninos, depois aprendeu com a Júlia a chupar e se tornou experte na ate de chupar um caralho enquanto a Julia se deliciava mesmo era dando a bunda.

Quando, pela primeira vez, Erica deixou um deles lhe comer por trás ela simplesmente adorou. Ela gostava muito quando a Júlia não ia na aula e ela tinha os três garotos para fazer fila e meter no seu anelzinho pequenininho e apertadinho.

Ela nem tinha noção de que era uma menina tipo gostosona. Sua bunda já era grandinha e os peitos redondinhos, durinho, além de ser bonita de rosto embora tendo a pele queimada pelo sol e as mãos mal cuidadas por conta do rude trabalho na roça. O tempo ia passando e o tesão só ia aumentando.

Logo, ela e a Júlia, combinaram de deixar os garotos comerem suas bucetinhas. Julia já não era mais virgem há muito tempo. A ideia era deixá-los meterem nelas, mas sem gozar dentro e foi assim que ela perdeu o cabaço e passou a dar para os três constantemente que se revezavam.

Mas ela deixava meter só um pouquinho e tirar para gozar fora ou dentro da bunda. Mas como era, muito bobinha, nem percebeu que eles, antes de tirarem o pau, deixavam cair gotas de porra dentro da xoxotinha e o resultado não poderia ser outro. Novinha e toda inocente, começou a passar mal constantemente, com ânsia de vômito e a mãe logo desconfiou de que estava grávida. Levou-a ao médico para uma consulta e duas semanas depois obteve resultado positivo e levou uma surra da mãe e outra do pai.

Ele sabia que na roça, garotas que tinham ficado gravida fora do casamento eram expulsas de casa pelo pai e ficou apavorada com a ideia de ser a próxima, já que seu pai era um nordestino daqueles bem ignorantes, apesar de ser muito trabalhador.

Para sua sorte, o pai não a expulsou de casa, apesar de praticamente ignorá-la, parar de falar com ela e de fazê-la parar de ir ao colégio. O problema foi após contar para mãe que depois foi contar para o seu pai, que ela não sabia quem poderia tê-la engravidado, por ter sido mais de um. Por conta disso levou uma nova surra e ficou com a bunda inchada por uns três dias.

Quando a barriga começou a aparecer, como fazia muitas vezes, sua mãe pediu-lhe para levar café paro seu pai, que estava sozinho roçando nos fundos do sítio. Ele se sentou num tronco de árvore e foi tomando o café e comendo uma das broas que ela tinha levado.

- Tua barriga já está aparecendo, hein, filha! – ela, de pé na frente dele, olhou para seu próprio corpo e disse:

- É. Acho que sim, pai!

- Me deixa ver como está a sua barriga, vai?... – achando que não tinha entendido o que ele pediu, ficou de lado, apertando o vestido no corpo.

- Não, Érica. Não assim. Levanta o vestido para eu ver! – na hora ela gelou. Suas pernas tremeram e falou quase perdendo o fôlego:

- Não, pai! Eu não posso!

É que justamente naquele dia, depois de cuidar das galinhas, ela tinha tomado banho e estava indo para o seu quarto justamente para colocar uma calcinha que tinha esquecido de levar para o banheiro, quando a mãe a chamou para levar o café e achou que não ia ter problema de ir sem a calcinha. Foi muito azar mesmo.

- Tô mandando, Erica!! Levanta logo o vestido!

- Tô desprevenida por baixo, pai!

- O quê? Tú não tá usando nada por baixo? Que safadeza é essa, filha?

Aos solavancos, quase sem fôlego, tive que explicar o que tinha acontecido, e ele ficou rindo.

- Ninguém está vendo não! Levanta o vestido mesmo assim, levanta!

Ela, que sempre foi obrigada a obedecer, acabou fechando os olhos e levantando o vestido até na altura dos peitos para ele poder olhar a barriga. E o restante também.

- Chega aqui mais perto! - ele disse, depois de a olhar bastante.

Ela mal conseguia se manter em pé com as pernas tremendo tanto. Mas obedeceu e ele foi colocando e passando a mão na barriga.

- Hum está ainda muito pequena, mas você já tem que evitar fazer muito esforço para não prejudicar o bebê! – e vendo que ele olhava para os seus pentelhos ainda ralos da buceta, falou:

- Tá, pai! Pode deixar que eu vou tomar cuidado!

- Agora vira para eu ver sua bunda, vira!

- Pai?

- Tô mandando você virar menina! Quer apanhar? – ele disse com certa autoridade. Novamente obedeceu e ficou sentindo a mão dele passando levemente nas nádegas.

- Caramba, Erica! Sua bunda está maior do que da sua mãe!

Ao dizer isso, ele lhe deu algumas palmadinhas de leve e puxou o vestido para baixo, deixando-a mais aliviada.

- Agora vai, Érica! Vai para casa e vê se cuida direitinho dessa barriga.

No caminho de volta, pensando no que tinha ocorrido, ela foi percebendo que tinha gostado de tudo aquilo, até de ter as mãos do pai passado na bunda dela.

Deve ter passado uma semana, estando sozinha em casa com seu pai, num domingo, pois a mãe e o irmão tinham ido até a cidade receber algum dinheiro dos feirantes, algo aconteceu. Ela estava na sala quando ouviu o pai gritando de dentro do banheiro.

- Filha, filha, traz uma toalha pra mim!

Normalmente, foi até o quarto dele, pegou a toalha e se dirigiu até a porta do banheiro, que estava um pouco aberta. Mesmo assim bateu.

- A toalha, pai!

- Pendura ela aqui dentro, filha!

Conhecedora de como era o banheiro e ouvindo o barulho da água, ela sabia que ia ver coisa. Empurrou a porta e se deparou com o seu pai peladão debaixo do chuveiro.

- Entra, Érica! Coloca a toalha aqui perto de mim!

Ao entrar ela nem piscava vendo aquela coisa no meio das pernas do pai ir levantando-se cada vez mais, até se transformar numa coisa imensa. Hoje ela tem noção de que devia passar dos 22cm, cabeçuda e grossa.

Seus olhos se cruzaram por uns segundos e ela percebeu o perigo que estava correndo. Seu pai ia lhe comer, por isso fugiu do banheiro rapidamente antes que ele pudesse falar mais alguma coisa. Mas aquela piroca ficou na sua cabeça nos dias seguintes, e até se masturbou algumas vezes pensando no seu pai enfiando toda aquela jiboia na xoxota da sua mãe.

Em uma outra oportunidade, uns 10 dias depois, seu pai entrou no seu quarto e, se sentando na cama, foi levantando a camisola dela e, sem falar nada, fez um pouco de carinho na barriga, desceu a mão puxando a calcinha para o lado e foi passando a mão na bucetinha.

- Você gosta disso? – ele ficou muito assustada e olhou pra ele com os olhos arregalados e ele insistiu na pergunta.

- Me responde, gosta ou não?

Ela balançou a i cabeça afirmativamente e ele ficou passando o dedo por vários minutos até se levantar e sair do quarto. A calça que ele usava ficou estufada na frente. Mais alguns dias depois, quando seu meu irmão e a mãe foram novamente juntos para a cidade ela já imaginava que ia acontecer alguma coisa entre ela e o pai e isso ela esperava que acontecesse mesmo. Ela estava dando milho para as galinhas quando seu pai entrou no celeiro, e a chamou.

- Vem aqui comigo! - ela o acompanhou e ele trancou a porta.

- Quero que você tire toda sua roupa!

- Mas, pai? Para quê?

Ele se aproximou e levantou o seu vestido, expondo a calcinha já surrada, com as rendinhas um pouco rasgadas, ficando morta de vergonha.

- Deixa eu te ajudar! – ele disse e em menos de três segundos ela estava diante do pai só de calcinha e sutiã.

- Tira o resto! Quero ver!! - ele disse e ela viu que não tinha outra saída. Achou que ele ia só querer vê-la pelada para boliná-la um pouco, mas quando o viu abrindo a calça e puxando aquela jiboia enorme para fora, lhe deu um calafrio e perguntou:

- O que você vai fazer, pai?

Ele a puxou pela mão e foi a levando até uma pequena mesa onde, levantando-a pelas axilas, a fez ficar sentada sobre ela.

- Isso que nós vamos fazer aqui não pode ser comentado com ninguém, entendeu?

- Entendi sim, pai!

Ele apalpou os seios, beijou, chupou e enfiou com muito cuidado dois dedos na buceta encharcadíssima
.
- Agora se deita aí na mesa!

Ela se deitou e ele, pegando suas pernas, a puxou até que a metade da bunda ficou para fora da mesa e as pernas apoiadas sobre os ombros. Ela sabia que ele ia lhe foder e não podia fazer nada. Então ele ajeitou seu cacetão na portinha da buceta e começou a forçar, até que sentiu uma pressão muito grande alargando a xoxotinha e gemeu igual uma gatinha no cio, até ele conseguir enfiar tudo e ficar parado olhando-a.

Quando ele começou a puxar a jiboia pra fora e enfiar novamente ela foi sentindo algo gostoso que rapidamente a levou a um orgasmo, gemendo muito e se contorcendo toda sobre a mesa. Mas ele ainda ficou comendo-a por mais de dez minutos, e teve outro orgasmo tendo o gozado uma barbaridade dentro da buceta. Depois ela se limpou com a própria calcinha e foi pra casa se lavar.

Uns quinze dias depois, novamente em um domingo em que a mãe e o irmão foram para a cidade receber algum dinheiro na feira, seu pai a chamou para o seu quarto e mandou-a ficar pelada, enquanto ele ia tirando toda sua roupa. Ele a fez deitar com ele e passou a mamar os seus peitos. Depois de chupar muito, começou a beijar a boca deliciosamente, fazendo-a se derreter toda. Logo ele a virou de bruços e ficou beijando-lhe a bunda, enquanto passava o dedo sobre o ânus.

- Filha, faz um tempão que eu não como uma bundinha! Sua mãe não deixa de jeito nenhum, mas hoje vou comer o seu cuzinho... não vai ter jeito – ao ouvir isso até seus pentelhos ficaram arrepiados imaginando-o enfiando aquele enorme pau na sua bundinha até fazê-la gozar como uma putinha safada.

Erica ficou aliviada quando ele a fez ficar de quatro sobre a cama e atolou tudo na buceta, e começou a socar gostoso. Desta vez ela tinha escapado da enrabada.

- Caralho, filha, sua buceta continua bem apertadinha, que delícia - também com aquele pauzão enorme e grosso. Era lógico entrar apertado na sua pequena bucetinha.

Novamente ele a fodeu por vários minutos, fazendo-a ter dois orgasmos seguidos antes de encher a bucetinha com uma quantidade enorme de esperma. Naquela mesma semana ele a fodeu no meio do mato por duas vezes, e ela passou a demonstrar que estava adorando ser comida por ele.

Bastava estarem sozinhos em casa para ficarem pelados na cama e ele a usando como se ela fosse a sua putinha. E foi no mato que ele comeu a bundinha pela primeira vez e a fez chupar sua rola para deixá-la bem molhada.

Quando ele a pegou de quatro e foi atolando aquela coisa roliça e grossa no buraquinho traseiro, ela teve de aguentar travando os dentes e gemeu, e gritou bem alto pois estavam longe de casa e ninguém iria escutar. No início parecia que ela ia morrer sendo partida ao meio pela pica enorme do seu pai, mas, não demorou muito para o prazer de tomar no cuzinho ser mais forte que a dor.

Seu pai a comeu muitas e muitas vezes, até que a barriga cresceu muito e ele parou de meter com medo de prejudicar o bebê. Mas ele continuou fazendo-a chupar seu pau e comer seu rabinho que simplesmente amava. Após o resguardo do parto do filho, ele voltou a lhe comer com mais força ainda.

Nova e com um filho nos braços, acabou aceitando se casar com o Miguel, filho do Português que era dono do único armazém da cidade. Pelo menos ela ia sair do meio do mato e ter uma vida com mais conforto. Mas não demorou muito para começar a sentir falta da pica grande do pai, principalmente no rabo, já que o Miguel se recusava a comê-lo.

Logo seu pai passou a saber exatamente o dia e hora no meio da semana para ele ir visitá-la e lhe dar o prazer que seu marido não conseguia. Até hoje ela tem dúvidas de quem é o pai do seu segundo filho.

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