Dando pro Caminhoneiro

Pernambuco, BR

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Descrição

Autor: Carlos Mendonca
Criado em: 18/01/19
Categoria: Trabalhadores

Este conto é real e aconteceu no ano de 2002. Eu tinha 26 anos.
Numa noite, umas 19: 00, eu estava voltando do trabalho pra casa e um caminhão parou e o motorista me pediu uma informação.
Fiquei falando com ele e ele abriu a porta do caminhão. Ele estava com uma farda cinza e botas daquele tipo que os peões de obra usam, botas sujas, mas ele não era pedreiro, era Caminhoneiro mesmo, ele me disse, depois, que estava vindo do trabalho e nem tinha tomado banho. Ele era um lindo macho negro, 1, 85 m, uns 70 kg, forte, magro, mas com o corpo malhado do trabalho. Ele trabalhava como motorista de caminhão e fazia entrega de materiais para obras e muitas vezes ele tinha que fazer o carregamento do caminhão, com materiais, tipo, areia, cimento, entulho, etc. Às vezes ele também ajudava em algumas obras, o que explicava ele ficar muitas vezes sujo de cimento e areia. E o que eu achava ótimo era que ele estava sempre suado.
Bom, enquanto eu explicava pra ele a rua que ele tava procurando, ele ficava me olhando com cara de safado e pegando na mala! Saquei logo a intenção dele... E tratei de demonstrar que eu estava a fim de “dar” o que ele queria!
Bom, pra encurtar a história, eu entrei na boleia, e ele deu partida no caminhão!
Fazia um tempo que eu tinha essa fantasia de transar com um Caminhoneiro dentro de um caminhão. E fiquei superexcitado por saber que em poucos minutos eu estaria realizando essa minha fantasia!
A farda dele tava molhada de suor, e era um macacão parecido com aqueles que os mecânicos usam... Saca? Com botões na frente que iam até no local onde ficava o seu pau, que por sinal, já começava a acordar e fazer volume!
Ele ficava pegando, alisando, apertando e o bicho ia crescendo, enquanto nós conversávamos!
Daí ele perguntou, apalpando a sua mala:
- Tá gostano de vê esse pacote, é?
E eu disse:
- Tô, sim! Tá crescendo, né? E tá ficando bonito!
Daí ele pegou minha mão e colocou lá. Eu enchi minha mão com aquele pacote de pica dura!
Nessas alturas ele abriu os botões e botou a rolona pra fora e disse:
- Vem dá uma chupadinha, bebê!
E eu já caí de boca... E fui chupando gostoso aquela pirocona grossa que tava suada, o cheiro do macho era forte! Ele tinha muito pentelho que tava molhado de suor e com cheiro delicioso de mijo! E eu mamava e cheirava o pentelho!
Até que ele entrou numa estrada e parou num local deserto!
Ele me levou pra parte de trás da boleia onde havia um colchão, e ali, nós brincamos gostoso! Eu mamei até ele gozar na minha boca! E depois ele me comeu e eu gozei sem nem tocar no meu pau!
Ele suava muito em cima de mim, pois eu tava de frango assado! E ele me dava o seu suvaco pra eu lamber, depois me beijava com seu bigodão e roçava o bigode no meu pescoço e chupava meu pescoço e me beijava a boca enquanto socava gostoso a vara no meu anelzinho que ia se alargando!
Ele tinha uma pegada forte, com seu jeito de macho bruto, selvagem e rústico! Suas mãozonas ásperas aranhavam meu corpo e minha bundinha e ele me xingava muito de putinha, cachorra safada e sem-vergonha, e outras coisas! Seu jeito de me tratar mostrava total domínio e eu lhe retribuía com minha total submissão e obediência e fazia tudo que ele mandava!
Bom, depois que terminamos, ele me levou de volta ao lugar onde havia me encontrado e me deu o seu número de telefone e disse que queria marcar pra a gente se encontrar de novo!
Eu adorei servir àquele macho e ser dominada e usada por ele para lhe satisfazer! Meu maior prazer é servir a um macho dominador!
Nós nos encontramos outras vezes, sempre depois que ele saía do trabalho, suado e com suas roupas sujas. Eu adorava cheirar a sua cueca. Ele gostava de passar muitos dias usando a mesma cueca e ela ficava muito cheirosa com o aroma do seu suor e do seu pau e seu mijo e também ele gostava de ficar sem tomar banho alguns dias antes de nos encontrarmos e também nunca trocava as meias! Desde que o conheci, todas as vezes que nos encontramos ele estava com aquelas meias imundas e uma cueca também velha e imunda! Delícia! Tudo delícia! Tudo nele era delícia! E eu também cheirava as meias dele e lambia o seu suvaco peludo, suado e fedido! Ele beijava gostoso, metendo a língua na minha boca e ele gostava que eu chupasse a língua dele e deixava escorrer saliva na minha boca e me beijava! Eu fazia tudo que ele mandava! Eu o obedecia com prazer, pois eu sabia que eu estava ali apenas para servi-lo!
Todas as vezes ele me dava seu leitinho na minha boca antes e depois de comer meu cuzinho! E quando terminava de me usar, ele me mandava dar um banho de língua no seu corpo inteiro e ainda mijava na minha cara, na minha boca e no meu corpo, eu nua ajoelhada no chão aos seus pés! Delícia!
Um tempo depois, nós perdemos contato! Eu acabei mudando de número e ele também!

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